No Trance Nós Acreditamos

Um blog sobre música eletrônica, cultura trance e o mundo das raves.

Golpes baixos: esclarecimentos da organização da Mystic Tribe.

abril22

Em nota oficial divulgada no site da Mystic Tribe, não podemos deixar de constatar a tristeza e indignação da organização do evento.

Tendo em consideração que atualmente a situação desses tipo de evento esta cada dia mais dificil e apto a sofrer golpes de autoridades.

Para ver o comunicado na integra acesse este link .

Este fato abre novamente a discussãosobre um assunto extremante delicado e manjado na cena brasileira, o golpe baixo sofrido pelas organizações destes eventos.

Nao é de hoje que os organizadores sofrem golpes baixos de autoridades judiciais, vide caso da respect, kaballah, tribe entre outras. Fica difícil de entender o por que disso tudo, já que todos os organizadores que sofrem esse tipo de golpe falam e comunicam a mesma coisa, “tinhamos toda a documentação em mãos”, mas minutos antes ou até durante a festa são emitidos documentos para embargar as mesmas. Será golpe ou falta de informação por parte da organização?

É fato que quando se pensa em organizar uma festa deste tipo e as vezes de grande porte, é necessário se ter toda as informações quanto a documentação para que a festa aconteça.

Fica também explícito o preconceito vívido atualmente das festas, o tanto que se tem ouvido falar a respeito da ligação entre drogas e raves(assunto já debatido e manjado), mas por outro lado o preconceito se perfaz graças a falta de informação das autoridades reguladoras e da mídia negativa contra as raves.

A cada dia que se passa a situação fica pior, temos festas extremamente comerciais acontecendo sem nenhum problema com as autoridades(estranho né?) e festas que tentam resgatar o verdadeiro espírito cultural trance sendo embargadas e canceladas.

Fica aqui meu desabafo quanto a falta de informação e arbitrariedade dos responsáveis pelos fatos que estão ocorrendo atualmente.

O LSD usado em pesquisas científicas: Soldados britânicos.

março5

A partir de hoje vou começar com uma série de posts relacionados ao LSD e suas aplicações científicas, vou fazer posts todas as semanas abordando uma nova face desta que é considerada uma das drogas mais potentes já inventadas pelo ser humano.

“Por causa da Segunda Guerra, automóveis não podiam circular na cidade e o trajeto foi feito de bicicleta. Na garupa, Hoffmann observava uma paisagem distorcida e ondulada, e embora seu colega pedalasse com pressa, sua sensação era a de que ambos não saíam do lugar. “Uma vez em casa, minha condição começou a assumir formas ameaçadoras . Tudo no quarto girava ao meu redor e os objetos mais familiares assumiam formas grotescas. A vizinha, que reconheci parcamente, trouxe-me leite e, durante a noite, bebi mais de dois litros. Ela não era mais a senhora R. mas uma bruxa malévola, insidiosa, com uma máscara colorida.”
Albert Hoffman em 19 de abril de 1943

O vídeo acima trata-se de uma pequena parte de um documentário feito pelo governo britânico chamado Space cadet que foi gravado no Centro de Pesquisas Porton Down em Wiltshire, na Inglaterra, infelizmente está em inglês.

A tropa, totalmente surtada, não consegue cumprir comandos básicos. Depois de um tempo, os soldados caem em gargalhada no meio de um exercício militar.

O governo britânico realizou experimentos semelhantes no MI6, como era chamado seu serviço de inteligência. Entre 1953 e 1954, um grupo de “voluntários” recebeu a droga alucinógena pensando que participava do estudo de um remédio para resfriados. Nos registros do projeto encontra-se o relato de um rapaz, na época com 19 anos: “Via as paredes derretendo, rachaduras no rosto das pessoas, os olhos escorregando até as bochechas, como numa pintura de Salvador Dalí”.

Tanto nos Estados Unidos como no Reino Unido, as pesquisas concluíram que o LSD não era a droga adequada para seus objetivos. Em 2006, o governo britânico assumiu a responsabilidade do testes e indenizou os participantes.

Lembrando que este post não tem intuito nenhum de fazer apologia ao uso de nenhum droga, somente mostra um ponto de vista informativo ao leitor.

Ecstasy é mais seguro que andar a cavalo

novembro17

cavalo ecstasy

Segundo pesquisas tomar ecstasy não é mais perigoso do que andar a cavalo.

Especialistas do Reino Unido dizem que os riscos do ecstasy são até menores do que do “equasy” (termo que foi inventado, como brincadeira científica, para as cavalgadas). O professor acadêmico David Nutt, diretor de um conselho de mal uso de drogas do Reino Unido, diz que a droga deveria passar a ser considerada de classe B, ou seja, menos perigosa.

Outros pesquisadores, agora, fazem campanha para que Nutt renuncie ao seu posto, já que ele estaria promovendo a descriminalização da droga.

Nutt afirma que sua intenção era provar que drogas são tão perigosas quanto outros aspectos da vida de uma pessoa comum. “Tornar as cavalgadas ilegais diminuiria os riscos de alguém se machucar” diz o professor, “e também há outras atividades que a sociedade tolera, como base jumping (queda livre onde o esportista se joga de um local alto com um pequeno pára-quedas), que apresentam maiores riscos do que o uso de drogas. O modo com que elas são vistas depende da comunidade” conclui.

O conselho do qual o professor Nutt participa poderá recomendar a “promoção” do ecstasy ao nível B. No entanto, o governo pode não aprovar a decisão.

As mortes atribuídas a usuários de ecstasy, no ano passado, subiram de 15 para 30, no Reino Unido. O custo da droga caiu drasticamente, por sua vez provando sua popularização.

Lembrando que este post NÃO TEM INTENÇÃO nenhuma de fazer apologia a nenhum tipo de drogas sejam elas pesadas ou leves, apenas tentamos mostrar alguns fatos  a mídia não mostra, e deixando a hipocrisia de lado não há como falar de raves sem citar drogas, mesmo que as festas não são formadas apenas de drogas elas estão presentes assim como em outros tipos de movimentos ou festas populares como carnaval ou algo do tipo, nosso movimento é formado de atitudes e livre arbítrio

Post retirado site hypescience disponível neste link.

Mais humor sobre raves.

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setembro5

Pessoal aí ta o outro vídeo, um pouquinho atrasado pois fiquei sem pc!
Olha vou confessar que no vídeo anterior eu dei muita risada, tudo bem que eles estão criticando a música mas, foi feito com muito bom humor.
Esse vídeo acima fala mais sobre esctasy, de tão idiota chega a ser engraçado. Na minha opinião eles não foram muito felizes nessa sátira, quem ja foi em uma rave ou ja tomou alguma coisa, sabe muito bem que não é bem assim que essas coisas acontecem, mas, faz bem rir um pouquinho né!

Ecstasy.

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julho31

ecstasy

O MDMA (ecstasy) foi sintetizado pela Merck em 1914 com a finalidade de ser usado como um supressor do apetite, mas nunca foi usado com essa finalidade. Somente em 1960 foi redescoberto sendo indicado como elevador do estado de ânimo e complemento nas psicoterapias. O uso recreativo surgiu em 1970 nos EUA. Em 1977 foi proibido no Reino Unido e em 1985 nos EUA. Em 1988 um estudo feito nos EUA mostrou que 39% dos estudantes universitários tinham feito uso do ecstasy no período de um ano antes da pesquisa, mostrando que o uso ilegal já estava disseminado, da mesma forma como aconteceu na Europa ocidental.

Ao contrário do que dizem o esctasy não é usado somente em raves, seu uso é frequente em boates, rodeios e é claro na festa mais popular que o Brasil tem, o carnaval.
O ecstasy, a nível cerebral, age aumentando a produção e a diminuição da reabsorção da serotonina, dopamina e noradrenalina. Seus efeitos surgem após vinte e setenta minutos, atingindo estabilidade em duas horas, pode agrupar efeitos da cannabis, das anfetaminas e do álcool.
Os efeitos físicos são taquicardia, aumento da pressão sanguínea, secura da boca, diminuição do apetite, dilatação das pupilas, dificuldade em caminhar, reflexos exaltados, vontade de urinar, tremores, transpiração, câimbras ou dores musculares.
Quanto aos efeitos psíquicos, o ecstasy ocasiona sensação de intimidade e de proximidade com outras pessoas, aumento da comunicação, da sensualidade, euforia, despreocupação, autoconfiança e perda da noção de espaço.

Os efeitos indesejáveis são bem variados, como, aumento da tensão muscular, aumento da atividade motora, aumento da temperatura corporal, enrijecimento e dores na musculatura dos membros inferiores e coluna lombar, dores de cabeça, náuseas, perda de apetite, visão borrada, boca seca, e insônia.
Nos dias seguintes ao consumo do ecstasy a pressão arterial tende a oscilar mais do que o habitual. O aumento do estado de alerta pode levar a uma hiperatividade e fuga de idéias. Apesar de todos esses efeitos os usuários consideram o resultado final como vantajoso.


As informações disponíveis nesta página possuem apenas caráter educativo, sem a intenção de fazer apologia ao consumo de qualquer substância, lícita ou ilícita.


“Homem Ecstasy” vai parar no Guinness Book.

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julho29

Médicos da Universidade de Londres revelaram detalhes sobre o caso do paciente que ingeriu o maior número de comprimidos de ecstasy já relatado na história médica: cerca de 40 mil pílulas em 9 anos.

Durante quatro anos, o sujeito tomava 25 comprimidos diários. Depois de desmaiar diversas vezes em meio a festas, decidiu parar de usar a droga. Por vários meses, ele sentiu como se estivesse sob influência da droga, apesar de estar em total abstinência.

Hoje, apesar de não tomar ecstasy há sete anos, ele ainda sofre os efeitos colaterais físicos e mentais do consumo da substância: problemas de memória, alucinações, paranóia e depressão. E também desenvolveu um tipo doloroso de rigidez muscular no pescoço e na mandíbula, que muitas vezes o impede de abrir a boca.

Os médicos acreditam que algumas destas seqüelas sejam permanentes.

Efeitos do ecstasy são mais intensos em mulheres.

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julho10

ecstasy

Saiu mais uma pesquisa científica tendo o ecstasy como objeto de estudo. Dessa vez o estudo comparou os efeitos da droga em homens e mulheres e o resultado foi: mulheres que consomem ecstasy obtêm maior efeito eufórico em relação aos homens, mas também apresentam efeitos negativos mais severos nos dias seguintes ao uso da droga, além de correrem maior risco de entrar em coma.

Foi o que concluiu um estudo publicado pela revista “Neuroscience & Biobehavioral Reviews” e apresentado durante o Congresso Internacional sobre a Saúde Mental de Mulheres.

A pesquisa foi feita por Kelly Allott, do Centro de Estudos Psiquiátricos da Universidade de Melbourne e reuniu outros 29 estudos realizados em diversos países. “O que pudemos concluir com todas as evidências é que para as mulheres a euforia da droga é maior e mais intensa, mas os efeitos colaterais nos dias seguintes parecem ser também muito mais intensos”, disse. No entanto, ainda não está claro qual é o causador das diferentes reações. Segundo Kelly, existem diversas teorias.

“É possível que o hormônio sexual feminino estrogênio aumente a sensibilidade aos efeitos de algumas substâncias, como o MDMA, a substância base do ecstasy, que age no sistema de produção da serotonina e tem efeito sobre o humor”, disse a pesquisadora. As diferentes reações à droga podem também depender de características da estrutura cerebral ou do modo como homens e mulheres metabolizam a droga no organismo.

kronic