Pessoal deem uma olhada nesse vídeo, vagando pelos vídeos do youtube encontrei essa pérola, creio que ultimamente estamos postando muitos vídeos e sei também que em alguns lugares como empresas ou celulares não é possível assistir esses vídeos, porém vejo muito conteúdo que condiz com a ideia de nosso querido blog.
Essa é uma animação que se diz respeito ao “descobrimento” acidental da substancia Dietilamida do ácido lisérgico(LSD) pelo químico suíço Albert Hoffman, vale muito a pena ver o vídeo até o final.
obs. aquela primeira animação das alucinações onde ele vê uma mulher de vermelho……rs
conheço muito bem.
A partir de hoje vou começar com uma série de posts relacionados ao LSD e suas aplicações científicas, vou fazer posts todas as semanas abordando uma nova face desta que é considerada uma das drogas mais potentes já inventadas pelo ser humano.
“Por causa da Segunda Guerra, automóveis não podiam circular na cidade e o trajeto foi feito de bicicleta. Na garupa, Hoffmann observava uma paisagem distorcida e ondulada, e embora seu colega pedalasse com pressa, sua sensação era a de que ambos não saíam do lugar. “Uma vez em casa, minha condição começou a assumir formas ameaçadoras . Tudo no quarto girava ao meu redor e os objetos mais familiares assumiam formas grotescas. A vizinha, que reconheci parcamente, trouxe-me leite e, durante a noite, bebi mais de dois litros. Ela não era mais a senhora R. mas uma bruxa malévola, insidiosa, com uma máscara colorida.”
Albert Hoffman em 19 de abril de 1943
O vídeo acima trata-se de uma pequena parte de um documentário feito pelo governo britânico chamado Space cadet que foi gravado no Centro de Pesquisas Porton Down em Wiltshire, na Inglaterra, infelizmente está em inglês.
A tropa, totalmente surtada, não consegue cumprir comandos básicos. Depois de um tempo, os soldados caem em gargalhada no meio de um exercício militar.
O governo britânico realizou experimentos semelhantes no MI6, como era chamado seu serviço de inteligência. Entre 1953 e 1954, um grupo de “voluntários” recebeu a droga alucinógena pensando que participava do estudo de um remédio para resfriados. Nos registros do projeto encontra-se o relato de um rapaz, na época com 19 anos: “Via as paredes derretendo, rachaduras no rosto das pessoas, os olhos escorregando até as bochechas, como numa pintura de Salvador Dalí”.
Tanto nos Estados Unidos como no Reino Unido, as pesquisas concluíram que o LSD não era a droga adequada para seus objetivos. Em 2006, o governo britânico assumiu a responsabilidade do testes e indenizou os participantes.
Lembrando que este post não tem intuito nenhum de fazer apologia ao uso de nenhum droga, somente mostra um ponto de vista informativo ao leitor.
Amanda Feilding é diretora da Beckley Foundation, o trabalho da fundação é dirigir e apoiar pesquisas como a prática utilizada para alterar nosso estado de consciência.
A seguir alguns trechos interessantes de uma matéria feita na revista Galileu pela própria Amanda Feilding.
” Já faz 35 anos que estamos impossibilitados de usar o LSD em nossos experimentos. É um preconceito ilógico e com qual espero ajudar a acabar.
É triste ver que as novas tecnologias que desenvolvemos não podem ser usadas para estudar os efeitos das drogas psicodélicas em nossa cabeça. Com essas drogas poderíamos analisar como as mudanças no nosso cérebro alteram o que a gente vê e sente. Poderíamos aprender como nossa mente funciona.
Um dos meus objetivos na Beckley Foundation é liberar o uso do LSD para os neurocientistas de todo o mundo.
Em parceria com a Universidade de berckley, na Califórnia, analisamos como as ondas cerebrais se alteram depois da ingestão do LSD e como essa alteração afeta a criatividade. Levou dois anos para conseguirmos permissão para o estudo, e mas uma ano para conseguirmos a droga. É até engraçado demorarmos tanto tempo para conseguir o que qualquer maluco consegue andando apenas alguns quarteirões.
Não há nada perigoso nessas experiências. Além disso as drogas psicodélicas não são viciantes e nem tóxicas.
É por isso que essas drogas tem que ser legalizadas. Convenhamos, não importa se permitimos ou não o uso de psicodélicos, ele vai acontecer. Logo, o melhor a fazer é instruir as pessoas sobre o modo mais seguro de fazer isso.
Em ves de perigoso, o uso de LSD pode ser bastante transformador. Ele possibilita às pessoas verem as coisas com um novo olhar. Ele pode mudar as pessoas, fazendo-as perceber a relação da humanidade com o Universo e a interligação entre todas as coisas.”
O link para a matéria original está aqui, vale a pena ler, é muito interessante!
O escritor e psicólogo americano Timothy Leary ficou mundialmente conhecido como o papa do LSD, Timothy pregava o uso de alucinógenos para terapias sociais.
Para Leary tudo começou em agosto, quando professor de psicologia da universidade de Harvard, experimentou o LSD, droga sintetizada em laboratório, que era vista como analgésico e que podia aliviar a dor física e psíquica, comentava-se também a possibilidade de uso da droga na psicologia e psiquiatria, na medida em que poderia ajudar a compreender o universo do pensamento humano.
A partir dai, Leary começou a defender a tese de que o cérebro humano tem uma infinidade de potencialidades, podendo até operar em dimensões de tempo e espaço inusitadas. Dizia que ácido lisérgico é o passaporte que leva o homem além das previsíveis e limitadas fronteiras da consciência, permitindo-lhe gratificantes viagens de autoconhecimento.
Sua luta desde então, foi à expansão da mente, fornecendo ao homem um terceiro olho, que lhe faria enxergar o mundo com uma profundidade maior. O psicólogo acabou sendo expulso de Harvard; a droga que não era proibida na época tornou-se uma febre na América como a novidade do momento.
Dentre seus usuários, a maioria eram universitários e intelectuais consagrados. O termo psicodélico significa manifestação da mente e passou a ser empregado para se referir a estados de alteração da mente ligados a LSD; o ácido se tornou mais popular que a maconha, sendo adotado pelas diversas comunidades hippies espalhadas pelo mundo.
Leary começou a ser visto como fanático, místico, um alquimista distante do universo científico acadêmico, acabou por se transformar no guru lisérgico de uma cruzada religiosa, cujo deus responde pelo nome de LSD.
Além dos jovens alegres e descompromissados que davam o maior destaque às questões comportamentais e existênciais, havia a ala da juventude engajada nas questões sociais, crente na força da ação política como motor das transformações, conhecida como poder jovem.
Tanto a liberdade individual foi importante para a revolução, quanto à revolução para a liberdade individual e para a revolução cultural que caminhava ao lado da revolução política. Começaram a pipocar no mundo organizações políticas progressistas ou de esquerda. Uma das mais importantes foi SNCC: Students Non Violent Coordinating Committee, dirigido por um líder religioso seguidor de Martin Luther King. Os negros mais exaltados organizaram vários grupos radicais, como o Black Panter, em 1966.
Post retirado do blog: http://www.fashionbubbles.com
O LSD como a maioria já sabe, é a droga alucinógena mais poderosa que existe.
A substância foi descoberta em 1938 por Albert Hoffman, um químico suíço que procurava por uma cura para o resfriado.
A droga aumenta a sensação visual e sonora do usuário, e sensações físicas e psicológicas são alteradas. Estímulos visuais podem causar efeitos muito fortes no usuário, podendo levar a paranóia, confusão ou pânico – embora muitos usuários não experimentem nenhuma dessas sensações. Hoje com sua popularidade, a droga ganhou nomes e desenhos diversos e bem curiosos. Um dos mais conhecidos se chama Bike, o porquê do nome nós podemos até imaginar, mas não tem nada registrado.
Em 1938 quando Albert Hoffman estava em seu laboratório buscando a cura para o resfriado, uma gota da substância caiu em sua mão e ele começou a ter alucinações quando voltava para casa, em sua bicicleta.
Coincidência ou não, o fato é no mínimo curioso!
O LSD, acrônimo de dietilamida ácido lisérgico, produz grandes alterações no cérebro, atuando diretamente sobre o sistema nervoso e provocando fenômenos psíquicos, como alucinações, delírios e ilusões. É uma substância sintética, produzida em laboratório, que adquiriu popularidade na década de 60, quando não era vista como algo prejudicial à saúde.
O LSD é consumido normalmente por via oral. A droga se apresenta em cartelas subdivididas em “pontos”, que é, efetivamente, onde está o princípio ativo. Para se obter os efeitos da droga, esse “ponto” é ingerido pelo consumidor, ou simplesmente deixado embaixo da língua. Além de poder ser ingerido, o LSD pode ser também fumado, apesar dessa forma de consumo ser pouco comum.
Os efeitos físicos dessa droga são: dilatação das pupilas, sudorese, aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial, aumento da temperatura e em algumas vezes náuseas e vômitos. Os sintomas psíquicos são alucinações auditivas e visuais, sensibilidade sensorial, confusão, pensamento desordenado, perda do controle emocional, euforia alternada com angústia, dificuldade de concentração.
É importante destacar que os efeitos do LSD dependem do ambiente, da qualidade da droga e da personalidade da pessoa.
O LSD é mais usado por adolescentes e jovens, com o intuito de ter visões e sensações novas e coloridas, pois as formas, cheiros, cores e situações se modificam, levando a pessoa a criar ilusões e delírios, como por exemplo, paredes que escorregam, mania de grandeza e perseguição. Pode ocorrer também um “flashback”, fenômeno onde são sentidos os efeitos da droga após um período de semanas ou meses sem usá-la.
O LSD é conhecido também com outros nomes como doce, ácido, gota, papel, microponto.
Histórico
O LSD é uma droga relativamente nova. As primeiras notícias de uso vêm do final da década de 30 e início dos anos 40. Inicialmente, como a maioria das drogas, foi utilizada para fins medicinais, no tratamento de doenças psiquiátricas como a esquizofrenia, mas se mostrou ineficiente e caiu em desuso medicinal.
Nos anos 60, teve uma explosão de consumo. Os consumidores buscavam, com a droga, “novas formas de expandir a mente” ou “aumentar o estado de consciência”.
Só lembrando que tudo usado em demasia faz mal, e até um simples remédio para dores de cabeça usado em grande quantidade, pode se tornar uma droga perigosa.
Um grande amigo meu passou-me esta semana um informação fascinante a respeito de Steve Jobs e o criador de umas das drogas mais “malucas” de todos os tempos, o LSD.
Lembrando que o criador desta substancia se referia ao LSD como sua “criança problemática” e como a maioria das pessoas só se lembra dele como o criador do LSD e se esquece que ele foi um grande cientista,f ormou-se em Química na universidade de Zurich, e com um doutorado, era empregado no Laboratório de Pesquisas Química e Farmacêutica Sandoz, em Basel. Morreu aos 102 anos em 2008 de ataque do coração.
Um artigo publicado pelo jornal americano Huffington Post revelou um caso fascinante ligado ao CEO da Apple. Em 2007, com 101 anos, o inventor da poderosa e polêmica droga LSD, Albert Hofmann, escreveu uma – até então inédita – carta a Steve Jobs, onde solicitava ajuda na transformação de sua criação, a que se referia como “criança problemática”, em uma “criança maravilhosa”.As experiências de Steve Jobs com drogas lisérgicas são conhecidas e bem documentadas em diversas publicações. O CEO da Apple chegou inclusive a declarar que fora uma das “duas ou três” experiências mais importantes em sua vida. Na carta, Hofmann usou esses argumentos, dizendo que ele estava “interessado em aprender mais sobre como o LSD fora útil” para Jobs ao ajudá-lo no desenvolvimento da Apple.Na carta, Hofmann pedia a Jobs apoio financeiro para a causa, em especial uma doação para a MAPS (em português, Associação Multidisciplinar para Estudos Psicodélicos), entidade dedicada a estudar os benefícios médicos e psiquiátricos das drogas psicodélicas. A associação é ainda hoje presidida por Rick Doblin, amigo pessoal de Hofmann e também entusiasta das pesquisas.O apelo da carta resultou em um encontro posterior de Jobs com Doblin. Durante 30 minutos, os dois conversaram sobre o assunto, mas foi só. “Ele continua pensando”, lembrou Doblin, em declaração ao jornalista Ryan Grim, autor do artigo no Huffington.Grande parte dos fundos captados pela MAPS seriam destinados à pesquisa do psiquiatra suíço Peter Gasser, que tem por objetivo estudar a psicoterapia assistida pelo uso de LSD. É o primeiro estudo do gênero em mais de 35 anos.Apesar de nenhum dinheiro ter saído dos bolsos de Jobs para a causa, a pesquisa de Gasser está a todo vapor. O pesquisador mostrou suas descobertas na área já em 2008, ano em que Hofmann morreu, quando participou do World Psychedelic Forum. A pesquisa havia sido aprovada pelo governo suíço em 2007, tirando a droga da ilegalidade para fins médicos, segundo a agência Swiss Info.
A carta de Hofmann para Steve Jobs está disponível publicamente no serviço .DocStoc e pode ser vista pelo atalho tinyurl.com/mevv78. O artigo original do Huffington Post pode ser lido (em inglês) pelo atalho http://tinyurl.com/plwxkv.