No Trance Nós Acreditamos

Um blog sobre música eletrônica, cultura trance e o mundo das raves.

Passeata Vegetariana, você já foi hoje?

julho15

A cada dia que se passa mais e mais pessoas tornam-se vegetarianas, será que as propagandas negativas em favor do vegetarianismo estão surtindo efeito?

Não sou a pessoa mais indicada para colocar isso em questão ou então dar conselhos, venho de uma família que tem a cultura fortíssima baseada na carne, quase todos os fim de semanas tem churrasco e a maioria dos dias carne como “mistura”.

Há algum tempo comecei a prestar mais atenção a esses fatos, é fatídico que essas propagandas nos mostram uma realidade que muitas vezes tentamos não ver.

Todos mundo deve estar se perguntando o que tem a ver o vegetarianismo com o universo eletrônico das raves, pare e pense na mudança de valores e pensamentos que esse movimento nos dá, pense no respeito e amor ao próximo.
Será que realmente não tem nada a ver?????????

Sei que é um pouco complicado mudar de uma hora pra outra de costumes e hábitos, mas podemos tentar então minimizar esses valores e conceitos.

Vou deixar logo abaixo o link para um site extremamente interessante, por favor separe um tempinho de seu dia corrido e estressante para refletir um pouco sobre coisas que dificilmente não prestamos atenção, vale muito a pena.

http://www.vista-se.com.br/passeata

Raves são abordadas em trabalho de conclusão de curso(TCC).

junho8

Já havia visto esse vídeo há um certo tempo, mas passeando pelo blog/site de nosso parceiro Rodrigo Gomes esses dias atrás resolvi postar aqui em nosso blog e abrir um debate sobre a mídia negativa ás raves.

É de longa data que tudo isso já vem acontecendo, o cancelamento de festas raves graças a mídia extremamente negativa e sensacionalista que temos hoje, quando se trata de festas “raves” as reportagens demonstram total despreparo e falta de informação mostrando somente os pontos negativos e o uso escancarado de drogas.

O que mais chama atenção nessas reportagens é que todas as festas são mostradas de uma forma genérica, ou seja, festas que não adicionam nada em questões culturais são mostradas junto a festas que tem em seu contexto manifestações artísticas e culturais como teatro, palestras, workshops entre outros, um dos exemplos de comparação é mostrar festas como Tribe, Kaballah, Thally entre outras digamos “comerciais” sendo canceladas e  logo depois mostram festas como a Respect e a Mystic Tribe que englobam um caráter mais cultural no mesmo nível, ou seja, para a mídia não há diferença entre essas festas, são a mesma coisa, triste ver como nossa imprensa tem falhas com a falta de informação gerando assim opiniões errôneas.

O vídeo acima produzido pelo fotógrafo Rodrigo Gomes demonstra como há valores que muitos não conseguem notar, este foi um vídeo que foi incluído no trabalho de conclusão de curso(TCC) de Rodrigo veja abaixo a descrição do vídeo:

Raves para muitos essa palavra está ligada diretamente ao consumo de drogas, para essas pessoas é inimaginável ligar esse termo com cultura, trabalho e comportamento.
Raves o Woodstock do século XXI, mostra através de fotografias um pouco da cultura que envolve esse cenário eletrônico e do comportamento de seus frequentadores.
O real objetivo desse trabalho é desmistificar a imagem que as festas eletrônicas adquiriram e mostrar que assim como o Woodstock, na década de 60, essa nova cultura está surgindo para quebrar alguns paradigmas impostos pela sociedade atual.

O que define um movimento de contracultura? Contracultura no Brasil.

maio26

Primeiramente antes de tudo temos que saber o que é contracultura.

Por definição, contracultura é um ideário altercador que questiona valores centrais vigentes e instituídos na cultura ocidental. Justamente por causa disso, são pessoas que costumam se excluir socialmente e algumas que se negam a se adaptarem às visões aceitas pelo mundo. Com o vultoso crescimento dos meios de comunicação, a difusão de normas, valores, gostos e padrões de comportamento se libertavam das amarras tradicionais e locais – como a religiosa e a familiar -, ganhando uma dimensão mais universal e aproximando a juventude de todo o globo, de uma maior integração cultural e humana. Destarte, a contracultura desenvolveu-se na América Latina, Europa e principalmente nos EUA onde as pessoas buscavam valores novos.(wikipédia).

Mas resumindo, o movimento de contracultura destina-se ao “grito” de pessoas que não estão estão satisfeitas com as diretrizes impostas pela sociedade em que vivem, onde tentando assim demonstrar sua insatisfação com atitudes, vestimentas, pensamentos e assim mostrando a sociedade que seus votos de paz e felicidade estariam ligados a valores externos dos quais ninguém acredita.

A contracultura se baseia também na questão de não aceitar os princípios de uma sociedade marcada pela rotulação e pelo modismo.

O grande “boom” da contracultura se deu em meados da década de 1960 com um fato grandiosamente marcante e conhecido, o Woodstock.

A contracultura tem como pilares as seguintes características:

- valorização da natureza;
- vida comunitária;
- luta pela paz (contra as guerras, conflitos e qualquer tipo de repressão);
- vegetarianismo: busca de uma alimentação natural;
- respeito às minorias raciais e culturais;
- experiência com drogas psicodélicas,
- liberdade nos relacionamentos sexuais e amorosos,
- anticonsumismo
- aproximação das práticas religiosas orientais, principalmente do budismo;
- crítica aos meios de comunicação de massa como, por exemplo, a televisão;
- discordância com os princípios do capitalismo e economia de mercado

Quando falamos  do movimento de contracultura no Brasil, não podemos esquecer de grandes nomes como Raul Seixas e Paulo Coelho, dois artistas intelectualizados, adotaram gestos e gírias contraculturais, lançaram um manifesto, e começaram a fazer sucesso com músicas e alguns textos em que narravam experiências, atitudes e indagações que marcaram o período, especialmente a transformação de valores que o fim da década de 60 assistiu, quem não se lembra da sociedade alternativa.

Mais uma festa cancelada:Electrance se une a Playground/Tribe

maio3

Com todo esse preconceito mostrado pelas autoridades contra as raves não é de se estranhar que muitas pessoas começam a cogitar o fim de uma era na cena eletrônica brasileira chegando assim a determinar uma nova linhagem de festas e conceitos.

Agora foi a vez da Electrance sofrer este tipo de golpe, golpe esse já sofrido por várias festas conceituadas no estado de São Paulo e outros estados brasileiros, logo após o cancelamento da festa no dia 24 de abril o núcleo organizador informou em nota oficial no site e na comunidade do orkut que realizará a festa em conjunto com a Playground/Tribe do dia 22 de maio, levando algumas atrações que estariam se apresentando no evento cancelado junto com a festa.

Vale Lembrar que público que está com o convite em mãos da Electrance poderá efetuar a troca do mesmo, para acompanhar todo o trabalho da organização e a sistemática da troca é só acompanhar no site www.electrance.com.br todo o procedimento.

Veja o comunicado inteiro logo abaixo divulgado por um dos organizadores:

Amigos da ELECTRANCE

Mais uma vez lamentamos o que aconteceu no final de semana com a nossa querida ELECTRANCE. Desde aquele dia, não paramos de trabalhar nem um segundo a fim de encontrar uma solução para o que aconteceu. Na verdade, não estávamos procurando apenas uma solução. Queríamos mais. Queríamos poder oferecer a todos vocês, a todos nós, a melhor possibilidade agora, algo em que realmente acreditássemos e que pudéssemos comunicar a todos vocês de coração tranqüilo.

A Electrance está se unindo ao PlayGround Music Festival no evento do dia 22 de maio de 2010. Além do Felguk, Bruno Barudi, Kitty, e Dudah , estaremos levando GMS, TICON e SESTO SENTO para a PlayGround. O Festival irá receber os convidados da Electrance como se fossem seus (* os procedimentos para a troca do ingresso estão logo abaixo) e o line up do Festival, que já era incrível, está se tornando algo jamais visto antes.

Gente, é na hora em que as dificuldades aparecem que sentimos na pele o poder da união, o verdadeiro sentido da “união que faz a força”. Vamos permanecer unidos e transformar essa situação em uma grande celebração, essa é a nossa maior força.

Em breve divulgaremos informações mais completas e tudo que vai rola.

Bem vindos à PlayGround powered by Electrance

Hora do Planeta 2010

março26

No sábado, dia 27 de março, o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta, o evento acontecerá entra 20h30 e 21h30 (horário de Brasília). Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro.

Se você assim como nós se preocupa com o nosso planeta, não custa nada colaborar, amanhã dia 27 de março exatamente as 20h30 vamos todos juntos apagar as luzes por 1hora. Contamos com vocês!

Quem quiser se cadastrar e obter maiores informações  pode acessar o link abaixo.

http://pathylopes.blogspot.com/

Até quando seremos escravos do sistema???

março22

Sabe quando temos aquela vontade de fazer alguma coisa mas ficamos com medo das consequências? Pois é, isso só mostra que somos escravos do sistema, talvez não porque queremos isso, mas, por medo e precaução.
Infelizmente vivemos em uma sociedade preconceituosa, onde nos julgam pela aparência e não pelo nosso talento e inteligência.
Depois da cena que eu vi na Respect, quando uma menina pulou no lago sem se importar com que os outros iam pensar ou dizer, eu fiquei pensando nisso, me deu um vontade de entrar no lago também, mas aí fiquei pensando, e se os outros ficarem dando risada ou se o segurança me coloca pra fora festa e por aí vai. Depois que passou eu fiquei me questionando, porque a gente se preocupa tanto com o que os outros vão pensar né?!
As vezes acabamos deixando nossas vontades e ideais de lado para nos adequarmos ao sistema, ao que eles chamam de normal. Eu por exemplo estava com o cabelo cor de rosa, mas tive que pintar pra poder procurar um emprego, e na entrevista é sempre a mesma coisa, “ah mas você vai ter que esconder a tatuagem”, até parece que se eu esconder a tatuagem meu caráter vai mudar. E quando você comenta que gosta de raves então, o pessoal já te olha diferente, como se você fosse um louco drogado.
Infelizmente é nesse mundo que vivemos, preconceituoso e hipócrita!

Fica aí meu desabafo…. sejam livres e felizes independentemente de como você irá conseguir isso.

Pensamentos e desabafos!!!

março12

Bom pessoal esse é um post um pouco diferente dos que vocês estão acostumados a ler aqui no blog, mas, espero que vocês gostem!

Eu estava aqui escutando Pedra Branca e lembrando de uma festinha que fui a pouco tempo atrás. Me desculpem se estou sendo preconceituosa ou ignorante demais, mas, nada melhor que meu blog para expor meus sinceros sentimentos.
O Jefferson fala que a gente anda muito revoltado ultimamente, mas, e não é pra ficar. Na última festa que a gente foi parecia mais um show de horrores, dava nojo de olhar em volta e ver aquilo.
Os idiotas uniformizados de oakley, com óculos e guarda-chuva do camelô, achando que é a sensação da festa.
A turminha que quer se aparecer mais que todo mundo e por isso sobe em cima da caixa pra dançar.
As mega fritas que também adoram aparecer e sobem em cima do palco pra roubar a cena do DJ.
A coreografia do momento é o sensualiza, eu particularmente nunca vi coisa mais ridícula na minha vida, parece que a gente estava em um show de axé, onde todo mundo dança igual.
Além do público nem um pouco agradável ainda temos que nos conformar com a falta de respeito por parte dos organizadores.
Alguém aí já foi em uma festa onde você não pode comprar somente uma água? Se a gente quisesse comprar alguma coisa tinha que ser pra cima de $10,00 se não, não vendia.
E depois de tudo isso, quando eu vou conversar com um dos organizadores pela internet, ele tem a audácia de me dizer, que é melhor eu me acostumar ou ficar em casa da próxima vez.
É inacreditável o que uma pessoa faz pelo dinheiro, o pessoal não está mais nem aí com nada, só querem saber do lucro, não importa se a festa agradou ou não, o importante é o dinheiro que ele tira no final de tudo.
Já perdemos as festas grandes como Kaballah, XXX, Tribe e por aí vai, agora as festinhas da região estão ficando cada vez piores.

O que me conforta é saber que ainda temos festas e festivais como Respect, Uthopia, Chokmah, Magic Paradise e outras mais, em que a gente pode contar com um preço justo, público normal e organizadores que querem sempre o melhor para a festa e para o público.

Nos vídeos podemos ver a diferença entre as festas.
O primeiro vídeo mostra uma festinha aqui da região, o outro é da ChokMah na cascata dorigon.


Page 1 of 3123
kronic