No trance nós acreditamos

Um blog sobre música eletrônica, cultura trance e o mundo das raves.
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Música, arte e cultura: é isso que a Respect pretende trazer para o seu público!

março10

A Respect está chegando, dia 13 de março acontece mais uma edição da festa e promete um clima muito especial, sempre resgatando a cultura alternativa e respeitando a natureza!
Começando pela música, a Respect traz dois palcos com muita música boa e para todos os gostos.
O palco do chill out abrirá as 08h00 do dia 14/03 e podemos contar com apresentações de Pedra Branca, Mysticalia Banda, Rica & Murilo Ganesh e mais vários artistas.
A pista Alternativa vai acontecer no mesmo palco do chill out e terá apresentações de minimal, lounge, progressive e break beats.
No main stage teremos apresentações incríveis como, Cannibal BBQ, Rosa Ventura, Twenty Eight, Mental Broadcast, Analog Drink e muito mais.
A festa ainda contará com um espaço Gaia, onde vão ocorrer debates, palestras, oficinas, exibição de vídeos e documentários e ainda uma galeria de fotos do Murilo Ganesh, incluindo as tão esperadas fotos do Universo Paralello #10.

A festa acontecerá no Sítio Vale das Brisas. Nome um tanto sugestivo né…rsrsrsr.
Rodovia Castello Branco Km 72.5, pegar entrada do Road Shopping e seguir pela estrada Servidão.

Para mais informações e compra de ingressos, acessar o site: respect.art.br

Boa festa!

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Low BPM até quando? Será o ínicio do fim?

fevereiro19

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Há muito tempo não é de se surpreender que a maioria das festas de hoje em dia estão aderindo ao “modismo” capitalista de nossa sociedade, peço desculpas antecipadamente sobre meu ponto de vista talvez um pouco preconceituoso.

Uma das vertentes mais queridas e mais bem associadas a cena rave no brasil e no mundo é o fullon, diga-se de passagem que há alguns anos atrás ela preenchia cerca de 90% de um line-up de qualquer festa brasileira, porém está cada vez mais esquecida em festas de grande porte.

É  com grande tristeza que notamos um aumento substancial de festas voltadas para vertentes de Low-Bpm(techno,minimal, tech-house, progressive house, eletro-house e etc) , isso só demonstra que os núcleos organizadores das mesmas estão cada dia mais deixando de lado suas raízes e aderindo ao “modismo” e visando assim somente lucro.

Admiro bastante a produção de vários artistas dessa vertente, destacando Formatb, Gabe, Kainz, Ido Ophir entre outros.

Mesmo assim, o que poderia ser uma fase ruim ao gênero provavelmente será o renascimento da cena, voltando ao seu habitat original que era o underground.

ps: a pedidos gostaria de retificar a colocação feita acima, as vertentes de Low-Bpm não são modismo, porém nos dias de hoje são as que mais agradam e atraem o público, logo são as mais requisitadas pelos núcloes organizadores.

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A arte da dança em suas diferentes formas!

janeiro22

Depois de tanta polêmica com as famosas “dancinhas” das raves, resolvemos entender o real significado da dança.

A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria.
Não é somente através do som de uma música que se pode dançar, pois os movimentos podem acontecer independente do som que se ouve, e até mesmo sem ele. A história da dança retrata que seu surgimento se deu ainda na pré-história, quando os homens batiam os pés no chão. Aos poucos, foram dando mais intensidade aos sons, descobrindo que podiam fazer outros ritmos, conjugando os passos com as mãos, através das palmas.
Com o passar dos tempos a dança foi ganhando características próprias em cada região.
Por exemplo, na Grécia a dança era usada nas comemorações dos jogos olímpicos, no Japão tinha um caráter religioso, em Roma eram danças sensuais em homenagem a deuses e nas cortes do período renascentista era ligada ao teatro.
Assim como a mistura dos povos foram acontecendo, os aspectos culturais foram se difundindo. Por isso, que hoje temos essa grande diversidade cultural no mundo da dança.

Nas raves por exemplo encontramos diversas figuras:
O que balança o guarda-chuva pra cima e pra baixo!
O que sensualiza! ( odeio essa palavra).
O da catira psicodelica, ou melhor dizendo, rebolation!
O frito master!
O que dança com a alma sem se preocupar em fazer passos ou mostrar o corpo!
O que balança a corrente de prata!
E muito mais…

Abaixo seguem alguns links de vídeos para mostrar os diferentes estilos de dança que encontramos hoje em raves e festivais de cultura alternativa.

http://www.youtube.com/watch?v=E4tu0ZfYZKs

http://www.youtube.com/watch?v=TRYqmq8uLHg

http://www.youtube.com/watch?v=39Q1SaF7eNU

http://www.youtube.com/watch?v=YpubZAizUGY

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Woodstock Festival 1969 – - História e Fotos

novembro24

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Pra quem não teve a oportunidade de participar do “pai” de todos os festivais, o Woodstock Festival, segue um link com fotos sensacionais desse evento que marcou toda uma geração.

MUSIC, PEACE & LOVE!!!

O Woodstock Music & Art Fair (informalmente chamado de Woodstock ou Festival de Woodstock) foi um festival de música anunciado como “Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música”, organizado na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. Foi realizado entre os dias 15 de agosto e 18 de agosto de 1969. Originalmente, o festival deveria ocorrer na pequena cidade de Woodstock, também estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan, mas a população não aceitou, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância.

O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1960 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como uma dos maiores momentos na história da música popular.

Mesmo considerado um investimento arriscado, o projeto foi montado tendo em vista retorno financeiro. Os ingressos passaram a ser vendidos em lojas de disco e na área metropolitana de Nova York, ou via correio através de uma caixa postal. Custavam 18 dólares (aproximadamente 75 dólares em valores atuais), ou 24 dólares se adquiridos no dia. Aproximadamente 186,000 ingressos foram vendidos antecipadamente, e os organizadores estimaram um público de aproximadamente 200,000 pessoas. Não foi isso que aconteceu, no entanto. Mais de 500,000 pessoas compareceram, derrubando cercas e tornando o festival um evento gratuito.

Trinta e duas apresentações foram realizadas ao longo dos quatro dias do evento:

Sexta-feira, 15 de agosto

Sábado, 16 de agosto

Domingo, 17 de agosto para Segunda, 18 de agosto

Apresentações canceladas

  • The Jeff Beck Group estava agendado para tocar no festival, mas cancelou pois a banda acabou uma semana antes.
  • A banda canadense Lighthouse estava certa de que tocaria no festival, mas, no final, acabaram decidindo por não tocar, pois temeram que aquilo fosse uma cena ruim para a banda. Mais tarde, alguns membros do grupo disseram que se arrependeram da decisão.
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O mestre da psicodelia está de volta!

novembro24

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Nesse ano de 2009, o ‘Goa Gil‘ será a última festa open air com a participação da 4iDeas. Gil não virá sozinho, sua parceira Ariane,  com quem desenvolve o projeto “The Nommos“, virá com ele para completar as mais de 24 horas de festa. Gil passará por algumas cidades no Brasil até finalizar sua turnê dia 28/11 em SÃO PAULO.

A edição de São Paulo acontecerá no mesmo local dos últimos dois anos, a Fazenda Hawaii, localizada próximo ao KM 93 da Castello Branco.

A organização sugere para que a galera leve suas próprias decos, ajudando a compor o ambiente, já que a festa será de todos e para todos. Sugestões de performances e exposições poderão ser enviadas para o e-mail goagil@4ideas.com.br.

A venda de convites será apenas através de depósitos identificados. Todos os depósitos devem ser identificados e o comprovante enviado para o email da organização da festa, para então receber o email de confirmação dos nomes e garantir o acesso a festa. Até 15/11 o valor será de $30, e $50 após esta data.

Mais informações sobre as edições no site www.goagil.art.br.

Sobre Goa Gil:

Gilbert Levey (a.k.a Goa Gil) nasceu em São Francisco, no estado da Califórnia (EUA) em 1951. Durante a adolescência, integrou o movimento hippie Haight Hashbury e aos 18 anos deixou os Estados Unidos. Partindo para uma viagem espiritual, em setembro de 1969, viajou a Índia em meio ao decaimento do movimento hippie.

Ele fez parte de um movimento que no final dos anos 60 levou milhares de pessoas aos ambientes exóticos de Goa, uma ex-colônia portuguesa na Índia. Gilbert começou a mostrar aos indianos o rock americano, até o momento em que teve um contato mais profundo com a música eletrônica. Existiam cinco bandas de rock na India naquela época e eu tocava em três delas Goa Gil.

No final dos anos 70, comecei a ouvir música eletrônica e encontrei aí a combinação perfeita entre ritmos tribais do passado e sons futuristas, sintetizados, quase alienígenas. A música tornou-se um ciclo completo, do tribalismo ao cibertribalismo o que traduz de forma perfeita os tempos atuais. Quando toco, toda a música e a comunhão que dela deriva devem elevar-se ao espírito cósmico. Isto era o que os antigos xamãs e grupos tribais de todo o mundo faziam em tempos remotos. Eu me limito a atualizá-lo. Goa Gil.

Ele, que sempre foi músico, passou a aprender yoga com gurus no himalaya. E durante estes tempos passou a unir juntar música e yoga em algo que soasse novo e marcante. Ele pretendia realizar a renovação de rituais tribais para o século 21 usando as festas como um meio de elevar sua consciência, onde os participantes sentissem a experiência de dançar em transe e entrar em sintonia consigo mesmos por alguns momentos. Nascia ali o que conhecemos hoje como Goa Trance e suas experiências mudaram para sempre o rumo de muitos jovens que sequer conhecem sua existência ainda hoje.

Precursor do Goa Trance, Goa Gil é capaz de transformar as festas onde toca em verdadeiros rituais cerimoniais, buscando sempre a conexão entre batidas eletrônicas, espiritualidade e música, sem deixar ninguém ficar parado. Apesar da idade, ele continua exibindo uma de suas principais características: a enorme resistência física no palco, podendo tocar, sem dificuldade, por horas a fio (seus sets podem chegar a 24 horas ou mais contínuas de duração).

Desde os princípio dos tempos, os homens usam a dança e a música para se ligarem a natureza e ao universo. Nós estamos usando o Trance para iniciar a reação de consciência… Durante a experiência trance (dançando e ouvindo), esperamos que algumas pessoas comecem a ficar mais sensíveis e conscientes de si próprios e das consequências do caminhar da humanidade, assim como das necessidades do planeta… E daí que vem o entendimento próprio e a compaixão. Essa é a necessidade agora, é o verdadeiro estado GOA da mente.

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A queda do muro de berlim e as raves!

novembro9

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Hoje dia 9 de novembro de 2009 se comemora 20 anos da queda do muro que dividia a Alemanha em dois países diferentes, a Alemanha oriental(comunista) e a Alemanha ocidental(capitalista) que durou 28 anos, mas espera ai o que isso tem a ver com raves, cultura trance ou mesmo nosso blog?
Passeando pela internet um dia desses constatei que tinha algo em comum sim e que as raves de hoje são diversificadas e tem um espirito de rebeldia de uma sociedade caótica cansada de tanta hipocrisia social, tentando assim lutar contra a mesmice cotidiana, talvez não esteja tão ligado a cultura de transcendência mas sim a cultura eletrônica, veja logo abaixo a ligação dos dois fatos que talvez muitos acham que não tem nada a ver.

A cultura tecno berlinense nasceu com a queda do Muro de Berlim. Trilha sonora da reunificação entre o público jovem, marcou o reencontro do oeste e do leste nos porões vazios da cidade num frenesi de luzes estroboscópicas e ritmos eletrônicos. Hoje, 20 anos mais tarde, Berlim tornou-se a capital mundial da cultura club.

“O Muro caiu fazendo estrondo e esse estrondo repercutiu também na música”. Assim o pioneiro DJ berlinense Tanith descreve o papel do tecno como trilha sonora do período. Ao contrário da reunificação política, que só veio a acontecer quase um ano depois, em 1990, a reunificação popular alemã já acontecia a todo vapor nas pistas de dança das festas tecno da cidade. Jovens do Leste correram em massa aos clubes da Alemanha Ocidental e trouxeram, juntamente com os gays, a disposição para festejar que a noite berlinense assumiu e mantém até hoje.


A diferença entre os alemães ocidentais e orientais dissolveu-se numa explosão delirante de ritmos eletrônicos e luzes estroboscópicas. Ativistas do tecno oriundos de Berlim Ocidental partiram em busca de espaços no leste da cidade e inauguraram, poucos meses após a queda do Muro, os primeiros clubes de tecno em Berlim Oriental. Também o promoter Wolfram Neugebauer, conhecido como Wolle XDP, da antiga República Democrática Alemã, associou-se ao DJ Tanith, de Berlim Ocidental, numa série de festas rave chamada “Tekknozid”.

Paraíso temporário
O sucesso da cultura tecno de Berlim desde novembro de 1989 deve muito à estrutura da cidade. A ocupação de espaços ociosos e terrenos baldios possibilitou o florescimento de uma cena independente. Porões foram invadidos e transformados provisoriamente em clubes e bares. A semente da cultura de clubes de Berlim é o “UFO”, aberto em 1988, em um porão de Kreuzberg. Dele resultou o “Tresor”, em 1991. Dimitri Hegemann, operador do local, reformou a sala-cofre de aço da antiga loja de departamentos Wertheim, na Praça de Potsdam, que com seu charme industrial rústico, tornou-se o estilo padrão dos clubes de Berlim.

DJs e convivas apropriaram-se também de antigos centros culturais da República Democrática Alemã para promover festas que varavam a noite. O abandonado restaurante Ahornblatt foi reformado para dar lugar a um templo do rave com a festa Exit; “Tacheles”, o centro artístico da rua Oranienburger Straße, em Berlim Oriental, também abarcou a cena dos clubs jovens; armazéns vazios às margens do rio Spree encheram-se de noctívagos coloridos da série de eventos do Planet, famosos por sua decoração fantasiosa. Nessas áreas autônomas temporárias, a cultura tecno pode se desdobrar tranquilamente, com toda a sua ânsia de autoafirmação e excessos noturnos.

Venda esgotada e ressurreição da cena
Como toda subcultura, a cena tecno berlinense atingiu seu auge, entre 1989 e 1992, passou por fases de fragmentação, de 1992 a 1995, e por um período de comercialização, de 1995 a 2004. No início, preponderava uma postura de autoafirmação, cujo lema era “faça você mesmo”. Empreendedores e convidados se confundiam e os proprietários dos clubes mais importantes provinham da própria cena.

Pragmáticos, otimistas e autodidatas combinavam prazer, ativismo e negócio. Os clubes funcionavam como espaços de encontro informais e igualitários, abertos a todas as pessoas, sem distinção de classe social e vida pregressa. Uma vez mergulhados no público dançante, não importava se eram orientais ou ocidentais.

Por meio de megaeventos como a “Loveparade” e o “Mayday”, ocorreu, ao longo do início da década de 1990, uma mudança de paradigma, passando da produção ao consumo e da subcultura (underground) ao cenário principal (mainstream). A primeira “Loveparade” aconteceu no dia 1º de julho de 1989, com apenas 150 participantes. Dez anos mais tarde, atingiu seu ápice, com 1,5 milhões de visitantes. O tecno tornou-se cultura de massa e foi proclamado movimento jovem nacional. A venda maciça implicou uma estagnação de criatividade na cena tecno. Com a propaganda massiva em torno da “Loveparade”, o público perdeu rapidamente o interesse pela cultura techno. E a cena voltou aos porões.

A cena tecno experimentou seu maior florescimento na primeira década do novo milênio. Berlim tornou-se a capital da cultura internacional de clubs e foi ganhando a condição de Ibiza do Norte. Todos os fins de semana, milhares de turistas viajam para Berlim em busca de festas. Da cena tecno emergiu uma cultura pop internacional, primeiro fenômeno dessa natureza a surgir na Alemanha. Sua história de sucesso começou em novembro de 1989. A eufórica unificação dos jovens das Alemanhas Oriental e Ocidental nas primeiras festas tecno, após a Queda do Muro, lançou as bases da atual cultura de clubs berlinense e da fama que alcançou como evento cosmopolita e igualitário.

Post original retirado do seguinte link: http://www.alemanja.org/index.php?option=com_content&view=article&id=1305:capital-mundial-berlim-e-o-tecno-apos-a-queda-do-muro-&catid=89:vida-noturna&Itemid=101


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RAVES….Do alternativo ao modismo.

outubro23

Qual será o motivo de tamanha mudança de anos pra cá nas festas Rave ????
É muito triste ver que todos os seus valores estão se perdendo na escuridão do modismo, em pensar que no começo este era um movimento alternativo que elevava o espírito humano ao mais alto nível, onde o que mais importava era a felicidade e nada mais, onde todos eram iguais, onde não havia diferença de raça, cor, aparência, nível sócio-econômico, onde cada um dançava do seu jeito, no começo e até hoje(não sei quanto tempo vai durar) as raves são comparadas ao movimento hippie do século 21, uma forma dos jovens se absterem de de uma realidade completamente obscura em que não se tem tempo pra pensar em si mesmo e apenas em ganhar dinheiro e posição social, quando digo isso, é pensando no tempo em que pensamos em si próprio durante o dia, já repararam que nosso dia dia é baseado em estudo, trabalho, contas, responsabilidade, informação, violência e mais nada, mas espera um pouco, pergunte a alguém que não conhece esse movimento a fundo o que ela acha de raves?
Certa vez ouvi de uma senhora da limpeza de uma festa que ela achava a coisa mais absurda do mundo essas festas, que achava que aquilo era uma festa da alta-sociedade que todos só iam até lá pra usar drogas e mostrar as roupas, o pior de tudo é que essa senhora tinha razão, o movimento de hoje foi invadido pelo modismo, onde as pessoas vão somente para competir quem tem a roupa mais cara, quem tem o cabelo mais louro, quem está mais louco(drogado), quem tem a maior parte do corpo desenhada ou então o maior nível de testosterona no corpo.
De uma olhada no vídeo acima, aquele foi o inicio de tudo, uma festa no deserto(rs, se acabar a aguá ein), mas nós brasileiros temos o poder de “adaptar” tudo, tentando fazer diferente do nosso” jeitinho“, as vezes este espírito criativo nosso ajuda, mas as vezes atrapalha, já que mudamos tanto que perdemos a essência, ou então está acontecendo com a cena o que aconteceu há algum tempo com o rock, a invasão do”modismo” e a perca de valores básicos.

Então o que você acha, qual o principal motivo destas mudanças nas festas Raves?

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DJ Glen