Para quem gosta de belas produções vale a pena assistir, ainda mais com uma pipoquinha e um “docinho” para acompanhar!
Quando o diretor Tim Burton e o ator Johnny Deep resolvem se juntar, o resultado é sempre maravilhoso. Foi assim com a animação “A Noiva Cadáver”, o músical “Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet”, no clássico “A Fantástica Fábrica de Chocolate” e lógico que não podemos deixar de lado “Edward Mãos de Tesoura”.
Na última quarta (22) foi divulgado pela Walt Disney Pictures o trailer do próximo trabalho da dupla: “Alice no País das Maravilhas”. O longa, que chega nas telonas brasileiras em março / abril de 2010, conta com Helena Bonham Carter como a Rainha Vermelha, Anne Hathaway como a Rainha Branca e a atriz australiana Mia Wasikowska interpretará a protagonista Alice. Já o papel de Chapeleiro Maluco contará com o “queridinho” de Burton (Johnny Deep).
Passando pelo blog Psicodelia achei este post, e acho que vale a pena usa-lo aqui também.
Apresentado pela primeira vez em 2000 no Festival de Cinema Sundance, o filme intitulado Groove (A Festa Rave), do diretor e roteirista Greg Harrison, vai do informativo ao absurdo em questão de minutos.
Groove conta a história de David Turner, um workaholic que, após ser convencido por seu irmão Colin, decide ir pela primeira vez numa rave, onde conhece Leyla, veterana em festas. A experiência o faz sair de lá renovado. O filme mostra ainda os efeitos de algumas drogas, incluindo uma aulinha rápida sobre os efeitos do ecstasy. A festa clandestina, que rola num galpão abandonado tem no line up desde um DJ iniciante até o renomado John Digweed.
A PARTE ABSURDA
O filme mostra uma cena de sexo que rola durante a festa. Não sei como é o negócio lá “na gringa”, mas aqui a coisa não é assim não! Quem nunca foi numa festa e se baseia por esse filme pode chegar à conclusão de que rave e sacanagem andam juntas. Não se iludam.
EM COMPENSAÇÃO…
O filme retrata também os vários lados de uma festa indo do empenho dos organizadores e os apuros de um DJ novato, ao sentimento de dever cumprido que toma conta dos organizadores no final da festa.
Aliás, pra mim essa é a melhor parte do filme. Traduz o espírito das festas e deveria ser lembrado e seguido pelos núcleos que atualmente produzem festa apenas pelo dinheiro, esquecendo que a sensação de poder dar felicidade e bem-estar intensos ao próximo pode ser muito mais gratificante.
Eu ja tinha assistido esse filme e concordo plenamente com o que a Paula Fernanda descreve no post acima. Vale a pena assisti-lo para tirarem suas próprias conclusões.