No Trance Nós Acreditamos

Um blog sobre música eletrônica, cultura trance e o mundo das raves.

Budismo e arte visionária serão os temas da decoração na Mystic Tribe 5 anos

março31

A edição de cinco anos da Mystic Tribe terá uma atração muito especial nos palcos – e fora deles também. Nessa última semana foram confirmadas as equipes de decoração para as duas pistas do festival, marcado para os dias 16, 17 e 18 de abril em Porto Feliz, São Paulo.
O trabalho do palco, tenda e ambiente da pista principal ficará por conta das faíscas mentais de Marcelo Jaz, um artista capaz de se expressar ricamente em todas as mídias – desenhista, pintor especialista em aerografia, tatuador, dj e produtor musical. Na Mystic Tribe, Marcelo mesclará aerografia a materiais inovadores para criar uma obra única conectando o palco, a tenda e uma estrutura central. O tema das obras será uma leitura visionária e tecnológica de um dos alicerces da filosofia budista – o conceito do Dharma, ou “Lei Natural da Vida”.
No centro da pista, o trabalho de Jaz se fundirá com as criações psicodélicas de César Franzói e com as pós-modernas de Rogério Hirata na interpretação da Kundalini, a força espiritual que reside em cada ser. O tecido da tenda principal ainda receberá tratamento especial e tensionamento da equipe da Visual Colors.
A pista de downbeat será erguida por Vineet Swami, um artista natural do cerrado brasileiro com talento incomum para bioestruturas envolvendo materiais como bambu e juta. Um breve currículo de Vineet inclui as construções genias de chill-outs, pistas e palcos em festivais de referência internacional como Universo Paralello e Trancendence. Assim como na pista principal, o tema é uma leitura do conceito de Samadhi – a meditação completa, o controle total das funções da consciência.
A Liquid Dreams, que na última edição da Mystic Tribe decorou o chill-out, dessa vez ficará encarregada de dar vida a todos os caminhos que interligam os ambientes e o camping. Emerson Kelsch, artista baiano que transforma garrafas PET em réplicas fluorescentes de animais como lagartos e medusas, será o criador da fauna fantástica do festival.

Acesse o site www.mystictribe.art.br e fique atento às notícias diárias da produção na seção News!

Texto enviado por Guilherme Bantel.

Novo projeto: Naltoxic vs Dohko

março30

Nalstoxic vs Dohko

Naltoxic e Dohko são dois DJ’s e produtores musicais da categoria Psychedelic Music brasileiros, eles fizeram uma parceria  e criaram um projeto musical chamado FullCell Psycho.
A música foi lançada em 19 de março de 2010 e já está rolando por aí em alguns sites da categoria Psychedelic Trance, Progressive e outros.
Esses Djs brasileiros são novos na área do Psy Trance, assim querendo representar o Brasil no Psychedelic Music. Ouça a música no Sound Cloud, para baixá-la, é só clicar na setinha para baixo no Share do SoundCloud.

Espero que vocês gostem!

Nalstoxic – http://www.soundcloud.com/nalstoxic -

http://www.myspace.com/nalstoxic

Dohko – http://www.soundcloud.com/dohko -

Hora do Planeta 2010

março26

No sábado, dia 27 de março, o Brasil participa oficialmente da Hora do Planeta, o evento acontecerá entra 20h30 e 21h30 (horário de Brasília). Das moradias mais simples aos maiores monumentos, as luzes serão apagadas por uma hora, para mostrar aos líderes mundiais nossa preocupação com o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas. Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro.

Se você assim como nós se preocupa com o nosso planeta, não custa nada colaborar, amanhã dia 27 de março exatamente as 20h30 vamos todos juntos apagar as luzes por 1hora. Contamos com vocês!

Quem quiser se cadastrar e obter maiores informações  pode acessar o link abaixo.

http://pathylopes.blogspot.com/

Aconteceu em Woodstock

março24

Aconteceu em Woodstock é um livro que conta a história real do concerto que marcou uma geração, e que também inspirou o filme dirigido por Ang Lee.
Na noite passada estava lendo o livro no intervalo da faculdade, quando me deparei com um trecho muito interessante que lembra um pouco a cultura que tentamos resgatar hoje em algumas festas e festivais. A cada frase que lia naquele trecho eu me arrepiava, lembrando todos os momentos parecidos que eu passei e momentos que ainda quero vivenciar.
Logo abaixo, o trecho de que falei. Espero que gostem.

Aquelas pessoas não eram habitantes de Nova York com quem eu me acostumei a lidar. Não eram materialistas nem famintas por glória e fama. Eram indefiníveis, em grande parte porque rejeitavam tudo que pudesse ser visto como um caminho à grande ilusão conhecida como sonho americano. Eram cabeludos de jeans, tinham um passo tranquilo, andavam descalços, usavam bandanas e eram livres. Muitos haviam pintado o cabelo em tons de laranja, rosa, vermelho, verde, roxo e azul. Outros usavam colares de contas, símbolos da paz e vários tipos de acessórios no cabelo, pescoço, punho e tornozelo. Alguns cultivavam barba desordenada, pouquíssimos tomavam banho com regularidade e menos gente ainda se importava com a aprovação do mundo. Parecia que todos cantavam. Todos riam.  Mas é claro que boa parte das cantorias e risadas era quimicamente induzida. Havia drogas por todos os lados – era como se maconha, THC e LSD tivessem sido legalizados de repente. As pessoas passavam baseados umas às outras abertamente, como se fosse um pacote de biscoito.”

Para quem quiser ler o livro fica aí a minha dica, eu achei um pouco massante no começo mas depois ficou bem legal.

Até quando seremos escravos do sistema???

março22

Sabe quando temos aquela vontade de fazer alguma coisa mas ficamos com medo das consequências? Pois é, isso só mostra que somos escravos do sistema, talvez não porque queremos isso, mas, por medo e precaução.
Infelizmente vivemos em uma sociedade preconceituosa, onde nos julgam pela aparência e não pelo nosso talento e inteligência.
Depois da cena que eu vi na Respect, quando uma menina pulou no lago sem se importar com que os outros iam pensar ou dizer, eu fiquei pensando nisso, me deu um vontade de entrar no lago também, mas aí fiquei pensando, e se os outros ficarem dando risada ou se o segurança me coloca pra fora festa e por aí vai. Depois que passou eu fiquei me questionando, porque a gente se preocupa tanto com o que os outros vão pensar né?!
As vezes acabamos deixando nossas vontades e ideais de lado para nos adequarmos ao sistema, ao que eles chamam de normal. Eu por exemplo estava com o cabelo cor de rosa, mas tive que pintar pra poder procurar um emprego, e na entrevista é sempre a mesma coisa, “ah mas você vai ter que esconder a tatuagem”, até parece que se eu esconder a tatuagem meu caráter vai mudar. E quando você comenta que gosta de raves então, o pessoal já te olha diferente, como se você fosse um louco drogado.
Infelizmente é nesse mundo que vivemos, preconceituoso e hipócrita!

Fica aí meu desabafo…. sejam livres e felizes independentemente de como você irá conseguir isso.

Pensamentos e desabafos!!!

março12

Bom pessoal esse é um post um pouco diferente dos que vocês estão acostumados a ler aqui no blog, mas, espero que vocês gostem!

Eu estava aqui escutando Pedra Branca e lembrando de uma festinha que fui a pouco tempo atrás. Me desculpem se estou sendo preconceituosa ou ignorante demais, mas, nada melhor que meu blog para expor meus sinceros sentimentos.
O Jefferson fala que a gente anda muito revoltado ultimamente, mas, e não é pra ficar. Na última festa que a gente foi parecia mais um show de horrores, dava nojo de olhar em volta e ver aquilo.
Os idiotas uniformizados de oakley, com óculos e guarda-chuva do camelô, achando que é a sensação da festa.
A turminha que quer se aparecer mais que todo mundo e por isso sobe em cima da caixa pra dançar.
As mega fritas que também adoram aparecer e sobem em cima do palco pra roubar a cena do DJ.
A coreografia do momento é o sensualiza, eu particularmente nunca vi coisa mais ridícula na minha vida, parece que a gente estava em um show de axé, onde todo mundo dança igual.
Além do público nem um pouco agradável ainda temos que nos conformar com a falta de respeito por parte dos organizadores.
Alguém aí já foi em uma festa onde você não pode comprar somente uma água? Se a gente quisesse comprar alguma coisa tinha que ser pra cima de $10,00 se não, não vendia.
E depois de tudo isso, quando eu vou conversar com um dos organizadores pela internet, ele tem a audácia de me dizer, que é melhor eu me acostumar ou ficar em casa da próxima vez.
É inacreditável o que uma pessoa faz pelo dinheiro, o pessoal não está mais nem aí com nada, só querem saber do lucro, não importa se a festa agradou ou não, o importante é o dinheiro que ele tira no final de tudo.
Já perdemos as festas grandes como Kaballah, XXX, Tribe e por aí vai, agora as festinhas da região estão ficando cada vez piores.

O que me conforta é saber que ainda temos festas e festivais como Respect, Uthopia, Chokmah, Magic Paradise e outras mais, em que a gente pode contar com um preço justo, público normal e organizadores que querem sempre o melhor para a festa e para o público.

Nos vídeos podemos ver a diferença entre as festas.
O primeiro vídeo mostra uma festinha aqui da região, o outro é da ChokMah na cascata dorigon.


PVTs – até onde vale a pena?

fevereiro23

PVTs

Seguindo a dica do nosso amigo leitor Matheus, vamos falar nesse post sobre as famosas PVT’s.
A PVT sempre é mais querida por quem realmente gosta de música eletrônica e da cultura trance, geralmente são poucas pessoas, dj’s da região, preços aceitáveis e uma energia muito boa!
Na teoria realmente seria assim, mas, pelo menos aqui na região de São Paulo isso não acontece na prática, as festas em geral aqui, seja rave de grande porte ou uma PVT, estão difícil de aturar.
As PVT’s daqui estão ficando lotadas, você pode ver de tudo em uma pvt por aqui, desde guarda-chuvas da oakley e pessoas sensualizando, até brigas.
A última PVT que tentamos ir aqui na região, estava tão lotada que fomos expulsos logo na fila de carros para entrar, a polícia rodoviária chegou, fechou os portões e mandou todo mundo que estava na fila ir embora.
Infelizmente a cena eletrônica aqui na região está péssima, onde tiver grama e som o pessoal já faz uma PVT, resumindo, a popularização da cena está fazendo com que, quem nunca gostou de música eletrônica organize uma festa qualquer, sem estrutura alguma.
Ah, eu já ia me esquecer, agora estão fazendo PVT’s só com low bpm!

Lembrando claro que existem suas exceções, ainda temos algumas poucas festinhas por aqui que vale muito a pena conferir, com um público super bacana!

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