No trance nós acreditamos

Um blog sobre música eletrônica, cultura trance e o mundo das raves.
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O LSD usado em pesquisas científicas: Soldados britânicos.

março5

A partir de hoje vou começar com uma série de posts relacionados ao LSD e suas aplicações científicas, vou fazer posts todas as semanas abordando uma nova face desta que é considerada uma das drogas mais potentes já inventadas pelo ser humano.

“Por causa da Segunda Guerra, automóveis não podiam circular na cidade e o trajeto foi feito de bicicleta. Na garupa, Hoffmann observava uma paisagem distorcida e ondulada, e embora seu colega pedalasse com pressa, sua sensação era a de que ambos não saíam do lugar. “Uma vez em casa, minha condição começou a assumir formas ameaçadoras . Tudo no quarto girava ao meu redor e os objetos mais familiares assumiam formas grotescas. A vizinha, que reconheci parcamente, trouxe-me leite e, durante a noite, bebi mais de dois litros. Ela não era mais a senhora R. mas uma bruxa malévola, insidiosa, com uma máscara colorida.”
Albert Hoffman em 19 de abril de 1943

O vídeo acima trata-se de uma pequena parte de um documentário feito pelo governo britânico chamado Space cadet que foi gravado no Centro de Pesquisas Porton Down em Wiltshire, na Inglaterra, infelizmente está em inglês.

A tropa, totalmente surtada, não consegue cumprir comandos básicos. Depois de um tempo, os soldados caem em gargalhada no meio de um exercício militar.

O governo britânico realizou experimentos semelhantes no MI6, como era chamado seu serviço de inteligência. Entre 1953 e 1954, um grupo de “voluntários” recebeu a droga alucinógena pensando que participava do estudo de um remédio para resfriados. Nos registros do projeto encontra-se o relato de um rapaz, na época com 19 anos: “Via as paredes derretendo, rachaduras no rosto das pessoas, os olhos escorregando até as bochechas, como numa pintura de Salvador Dalí”.

Tanto nos Estados Unidos como no Reino Unido, as pesquisas concluíram que o LSD não era a droga adequada para seus objetivos. Em 2006, o governo britânico assumiu a responsabilidade do testes e indenizou os participantes.

Lembrando que este post não tem intuito nenhum de fazer apologia ao uso de nenhum droga, somente mostra um ponto de vista informativo ao leitor.

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PVTs – até onde vale a pena?

fevereiro23

PVTs

Seguindo a dica do nosso amigo leitor Matheus, vamos falar nesse post sobre as famosas PVT’s.
A PVT sempre é mais querida por quem realmente gosta de música eletrônica e da cultura trance, geralmente são poucas pessoas, dj’s da região, preços aceitáveis e uma energia muito boa!
Na teoria realmente seria assim, mas, pelo menos aqui na região de São Paulo isso não acontece na prática, as festas em geral aqui, seja rave de grande porte ou uma PVT, estão difícil de aturar.
As PVT’s daqui estão ficando lotadas, você pode ver de tudo em uma pvt por aqui, desde guarda-chuvas da oakley e pessoas sensualizando, até brigas.
A última PVT que tentamos ir aqui na região, estava tão lotada que fomos expulsos logo na fila de carros para entrar, a polícia rodoviária chegou, fechou os portões e mandou todo mundo que estava na fila ir embora.
Infelizmente a cena eletrônica aqui na região está péssima, onde tiver grama e som o pessoal já faz uma PVT, resumindo, a popularização da cena está fazendo com que, quem nunca gostou de música eletrônica organize uma festa qualquer, sem estrutura alguma.
Ah, eu já ia me esquecer, agora estão fazendo PVT’s só com low bpm!

Lembrando claro que existem suas exceções, ainda temos algumas poucas festinhas por aqui que vale muito a pena conferir, com um público super bacana!

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Skazi! Será que ele voltou pra ficar?

fevereiro11

Pelo que parece o rei das guitarras voltou com tudo, recentemente ele lançou seu álbum novo e já está com o nome estampado em algumas festas da região.
Eu nunca vi uma apresentação dele ao vivo mas, pelo que conheço de suas músicas e personalidade, deve ser o mais puro show de rock com direito a exibicionismo e tudo mais, já que o cara pensa que é mesmo o rei do “psy”.
Assistindo esse vídeo fica claro saber onde o Eskimo aprendeu a fazer todas as caras e bocas em cima do palco.
Para quem  gosta de Skazi, me desculpem, é só minha sincera opinião.
Para quem quiser conferir de perto a volta de Skazi, ele vai se apresentar na Playground de Ribeirão Preto e também no 1200 Festival no Maeda.

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Amanda Feilding, mais uma defensora do LSD!

janeiro26

Amanda Feilding é diretora da Beckley Foundation, o trabalho da fundação é dirigir e apoiar pesquisas como a prática utilizada para alterar nosso estado de consciência.
A seguir alguns trechos interessantes de uma matéria feita na revista Galileu pela própria Amanda Feilding.

” Já faz 35 anos que estamos impossibilitados de usar o LSD em nossos experimentos. É um preconceito ilógico e com qual espero ajudar a acabar.
É triste ver que as novas tecnologias que desenvolvemos não podem ser usadas para estudar os efeitos das drogas psicodélicas em nossa cabeça. Com essas drogas poderíamos analisar como as mudanças no nosso cérebro alteram o que a gente vê e sente. Poderíamos aprender como nossa mente funciona.
Um dos meus objetivos na Beckley Foundation é liberar o uso do LSD para os neurocientistas de todo o mundo.
Em parceria com a Universidade de berckley, na Califórnia, analisamos como as ondas cerebrais se alteram depois da ingestão do LSD e como essa alteração afeta a criatividade. Levou dois anos para conseguirmos permissão para o estudo, e mas uma ano para conseguirmos a droga. É até engraçado demorarmos tanto tempo para conseguir o que qualquer maluco consegue andando apenas alguns quarteirões.
Não há nada perigoso nessas experiências. Além disso as drogas psicodélicas não são viciantes e nem tóxicas.
É por isso que essas drogas tem que ser legalizadas. Convenhamos, não importa se permitimos ou não o uso de psicodélicos, ele vai acontecer. Logo, o melhor a fazer é instruir as pessoas sobre o modo mais seguro de fazer isso.
Em ves de perigoso, o uso de LSD pode ser bastante transformador. Ele possibilita às pessoas verem as coisas com um novo olhar. Ele pode mudar as pessoas, fazendo-as perceber a relação da humanidade com o Universo e a interligação entre todas as coisas.”

O link para a matéria original está aqui, vale a pena ler, é muito interessante!

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI113880-17770,00-PESQUISADORA+DEFENDE+NOVOS+EXPERIMENTOS+COM+LSD.html

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Réplica dos responsáveis da No Limits quanto a entrevista de DJ Feio.

janeiro20

O site Ebeatz publicou ontem dia 19/01 um comunicado oficial dos responsáveis pela empresa No Limits referente a entrevista concedida por Luis Sala(DJ Feio) quanto a quebra de parceria das duas partes, XXXperience e No Limits.
Veja abaixo a entrevista ou então se quiser ela está disponível neste link.

Em razão da entrevista concedida pelo Sr. Luis Guilherme Sala – DJ Feio, junto ao site EBEATZ, devemos esclarecer que a XXXPERIENCE não é uma simples parceria, mas trata-se de uma empresa regularmente constituída, conforme palavras do próprio DJ Feio. Na empresa, representada pela pessoa jurídica “Xxxperience Serviços e Eventos Ltda Epp”, figuram como sócios Paulo Ricardo Corrêa do Amaral (Rica Amaral), Luis Guilherme Sala (Feio), Érick Sanches Dias, Edson Rodrigues Dias e Flávio Oliveira Jaegger.

A sociedade se firmou para que o evento, iniciado em meados de 1996, pudesse crescer e se expandir, exatamente para ter condições de receber um público cada vez maior, como se verifica nas edições atuais. De fato, existem questões internas que estão passando por discussões entre os sócios, contudo, tais situações não poderiam e não deveriam atingir o público, que é sem dúvida o maior interessado na continuidade deste mega evento desenvolvido pela empresa. Por este motivo, em respeito ao público, entendemos que este deve ser preservado de questões internas, que devem ser resolvidas por meios próprios, e não através da mídia.

Ao contrário da postura adotada pelo Sr. Luis Guilherme Sala (DJ Feio), acreditamos que o respeito ao público se mostra exatamente pela preservação do evento e pela sua realização dentro dos mais elevados padrões de qualidade e excelência, que sempre foram buscados pela empresa XXXPERIENCE. Em síntese, as alegações do Sr. Luis Guilherme Sala (DJ Feio) não correspondem à realidade. Mesmo assim, embora seja lamentável a sua postura, gostaríamos de esclarecer que a festa XXXPERIENCE será sempre preservada, independentemente de quem sejam ou venham a ser os seus sócios.

Gostaríamos, ainda, de esclarecer que o evento só tem o porte que tem nos dias atuais devido ao esforço conjunto de todos os sócios da empresa XXXPERIENCE, e não apenas de um ou de dois deles. Vale lembrar que os sócios Érick Sanches Dias, Edson Rodrigues Dias e Flávio Oliveira Jaegger trabalharam, e têm trabalhado muito para o desenvolvimento de toda a estrutura que cerca a XXXPERIENCE. Não é nosso objetivo fomentar ainda mais as questões levantadas pelo Sr. Luis Guilherme Sala (DJ Feio), até porque não correspondem à realidade, como já se destacou. De qualquer maneira, nos limitamos apenas em nos desculpar por tal inconveniente.

Essa entrevista deixa no ar uma certa sensação de que o que foi dito por Luis Sala(DJ Feio) não foge tanto a realidade como eles mesmos colocaram em uma parte da entrevista, deixa na verdade, bem visível a falta de argumentos que os responsáveis tem quanto aos disparos feitos por Feio e também fica claro a forma como eles tratam as raves, de uma forma meramente econômica e comercial, onde não se apegam a nenhum tipo de valor ou raiz, depois dessa entrevista cada um pode tirar suas próprias conclusões

É tempo de renovação, de novos ares para a cena, o ano de 2009 foi regado a cancelamentos e resultados ruins para as raves, quem sabe o ano de 2010 as coisas não mudem.

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XXXperience, Tribe e No limits: Fim das parcerias?

janeiro19

Depois de um comunicado oficial da organização da Tribe de que sua parceria com a empresa  No limits teria chegado ao fim, mais um indício de outra mega-festa brasileira poderia deixar a parceria de lado.

De acordo com uma entrevista cedida pelo Dj Feio(Luis Guilherme Sala) ao site ebeatz que você pode conferir na íntegra neste link, @Feio em algumas passagens da entrevista deixa uma sensação de decepção com a empresa já contava com alguns anos de parceria com a XXXperience colocando breves fatos que aconteceram no decorrer dos anos de parceria, Veja alguns trechos que tem maior destaque e mostra que os idealizadores e antigos organizadores da festa ainda tem a vontade de voltar a festa nos seus antigos moldes que antes prezavam pelo bem estar de seu  público.

Aparentemente, a sociedade parecia ir muito bem. Após, tantos anos de parceria, qual foi o verdadeiro grande motivo da separação?

Dj FEIO: Olha, como você disse acima, “’aparentemente” ia bem. Porém, ultimamente eles estavam agindo “’unilateralmente”, não nos pedindo opinião de mais nada. Vim morar em Sorocaba (sede da No Limits) para poder participar mais efetivamente da organização festa, e eu nunca era comunicado das reuniões, que a meu ver é uma falta de respeito dentro de uma sociedade. Inclusive eu e o Rica tivemos que gravar um vídeo que está em nosso poder, expondo tudo e eles afirmando o nosso questionamento a nosso favor, porque eles sempre falavam ‘’y’’ e faziam’’x’’. Então, o grande motivo da separação seria porque eles excluíram o Rica e eu, da situação geral da empresa que nós criamos e demos a eles.

Como todos sabem, você junto ao Rica, foram grandes responsáveis pela expansão da cena psytrance no Brasil. Qual o sentimento de vocês em relação ao acontecido? Como vocês estão se posicionando a respeito?

Dj FEIO: Olha, quando começamos sozinhos, antes da No Limits começar a produzir, fazíamos tudo com amor e respeito ao nosso publico, pois tudo que é feito com amor o dinheiro vem como prêmio. Inclusive com essa pergunta você me lembrou de quando dávamos gratuitamente café da manhã, lembrancinhas, enfim, total respeito ao nosso público. Sempre fui da opinião que já que o público nos dá o maior amor com a presença deles, nós achávamos que além da festa que era nossa obrigação, deveríamos dar algo a mais como agradecimento a sua fidelidade com a XXXPERIENCE. Eu e o Rica estamos muito tristes em ver no que se transformou o nosso sonho e a atitude da No Limits, que ganhou tudo isso de graça, não reconhece.

Nos esclareça um pouco mais sobre o episódio das festas previstas para o carnaval no Sirena (Maresias) e no Green Valley. Foi um problema de negócios, relacionamento ou apenas um desencontro de informações? As festas não poderiam ser realizadas sem a autorização sua e a do Rica Amaral? E onde o Jeje (TribalTech) entra nessa história?

Dj FEIO: No final do ano passado estávamos em negociação de compra ou venda da XXX, mas não houve acordo. Saí de férias com a minha família no natal e ano novo, e de repente, vejo na internet um anúncio de duas festas da XXX no Carnaval, uma no Sirena (praia de Maresias/SP) e outra no Green Valley (Sta.Catarina). Nem eu e o Rica estávamos sabendo dessa parceria com os clubes, mais uma prova de estarem agindo “unilateralmente”, não nos comunicando de nada e o pior, não nos colocando no line-up. Por exemplo, “vou ao show da Madonna, mas ela não vai comparecer”. Inclusive já pedi para o meu advogado informar aos dois clubes que não estamos sabendo dessas duas festas. A meu ver, eles já estão agindo como se tivessem comprado a nossa parte, coisa que não aconteceu, sem contar a falta de ética deles de já terem divulgado tudo sem a nossa participação. Quanto ao Jeje, eu prefiro que vocês falassem com ele, mas até onde eu sei, ele também foi enrolado nessa historia, e acredito que os Clubes também, pois passaram a idéia que estava tudo bem e que logo estaria tudo resolvido, o que não é verdade até esse momento.

Como todos sabem, você junto ao Rica, foram grandes responsáveis pela expansão da cena psytrance no Brasil. Qual o sentimento de vocês em relação ao acontecido? Como vocês estão se posicionando a respeito?

Dj FEIO: Olha, quando começamos sozinhos, antes da No Limits começar a produzir, fazíamos tudo com amor e respeito ao nosso publico, pois tudo que é feito com amor o dinheiro vem como prêmio. Inclusive com essa pergunta você me lembrou de quando dávamos gratuitamente café da manhã, lembrancinhas, enfim, total respeito ao nosso público. Sempre fui da opinião que já que o público nos dá o maior amor com a presença deles, nós achávamos que além da festa que era nossa obrigação, deveríamos dar algo a mais como agradecimento a sua fidelidade com a XXXPERIENCE. Eu e o Rica estamos muito tristes em ver no que se transformou o nosso sonho e a atitude da No Limits, que ganhou tudo isso de graça, não reconhece.

Depois de toda essa reviravolta que está acontecendo na cena das festas open-air brasileiras a única coisa que nos resta é esperar o melhor, ou seja, o renascimento da cena onde os organizadores não pensam somente no lucro e sim na essência, na felicidade, no amor em fazer aquilo que gosta, há pessoas que tem um pouco de receio dessas festas mais comerciais como Tribe, XXX, Orbital, Kaballah entre outras, não é de se tirar a razão já que são essas festas que sujam o nome das raves, mas pensem bem, pelo menos eu jamais vou me esquecer de momentos lindos de pura celebração com meus amigos em uma Tribe ou Kaballah.

A Tribe já almeja mudança, a XXX está vindo logo atrás no mesmo intuito, vamos todos pensar positivo para que tudo volte ao normal e que tudo isso não tenha passado de um simples pesadelo.

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Organização do Universo Paralello esclarece os problemas da 10ª edição do festival.

janeiro18

Dois dias depois do termino do festival e a comunidade do Universo Paralello no orkut já estava cheia de críticas, elogios e reclamações. Como é de costume do povo brasileiro claro que tinha  mais reclamações do que elogios.
Diante de tantas reclamações a org. do UP resolveu se pronunciar e colocou um comunicado na comunidade oficial do orkut, a seguir alguns dos pontos mais importantes da explicação dada pela organização.

Sobre a limpeza da área.
O lugar nunca tinha sido limpo antes. Eram toneladas de lixo na praia. Sacos plásticos, Pets, Galões de óleo de navio, Latas etc…
Na pista Alternativa era um cemitério de pinheiros mortos. Haviam 250 árvores cortadas rente ao chão, pelo vizinho a 4 anos atrás. Só haviam tocos que foram retirados com raízes mortas e troncos e a área foi toda limpa e se transformou na pista alternativa.
Não foi derrubada nenhuma árvore e toda a limpeza do mato foi sob a supervisão do CRA (IBAMA). O Festival foi todo construído em bambu e somos referencia no IBAMA da Bahia.
90% do lixo produzido no festival foi reciclado, apenas 10% foi para o aterro sanitário.

Em relação a água consequentemente os banheiros molhados, tivemos uma serie de fatores que atrapalharam o bom funcionamento, pela primeira vez passamos por uma estiagem de quatro meses sem chuva na região do festival, os nossos banheiro e chuveiros foram construídos e distribuídos, contando que teríamos água nos poços, igual as edições anteriores, mas no mês dezembro quando fomos testar o funcionamento dos banheiros, para nosso espanto os poços secaram em trinta minutos de funcionamento.
O desespero tomou conta da equipe da hidráulica e fomos obrigados a buscar água a 5 km de distância em um rio da região, entre o caminho foram construídos dois reservatórios de água de 450.000 litros cada um e toda a nova logística de encanamento dentro do festival. Testamos mais uma vez o novo projeto e funcionou perfeitamente.
Na madrugada do dia 27 para o dia 28, vândalos destruíram 150 metros de encanamento e perdemos no pasto quase 500.000 de litros de água já captados , o pânico tomou conta não só da a equipe de hidráulica como toda a produção. Demorou mais de 24 horas para enchermos os tanques de reservatórios novamente, dentro desse caos não havíamos outra alternativa, como alugar caminhões pipas, toco ou traçados, apenas esses poderiam trafegar no terreno arenoso do local.
E para piorar os mesmos não conseguiam chegar na área do festival para descarregar a água pelo fato do transito caótico na portaria.Foram apenas 4 meses para construir em um novo local, pois o festival estava embargado em Pratigi e so seria realizado a base de um TAC.
Para preservamos o festival e mantermos a nossa liberdade de expressão fizemos essa mudança radical, esperamos contar com a compreensão de todos.
A equipe do Universo paralello trabalha junto a 6 anos e por isso que conseguimos reverter o quadro nos últimos dias.
Realmente fiquei muito chateado com esse problema da água, foram 8 meses sem dormir pra conseguir que acontecesse os 10 anos.
2009 foi muito complicado e a única coisa que eu tenho certeza eh que tem que amar de coração pra entrar nessa jornada.
Desculpas sinceras e meus agradecimentos a todos que se desdobraram para a realização do Festival.

Swarup

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DJ Glen