No Trance Nós Acreditamos

Um blog sobre música eletrônica, cultura trance e o mundo das raves.

Aconteceu em Woodstock

março24

Aconteceu em Woodstock é um livro que conta a história real do concerto que marcou uma geração, e que também inspirou o filme dirigido por Ang Lee.
Na noite passada estava lendo o livro no intervalo da faculdade, quando me deparei com um trecho muito interessante que lembra um pouco a cultura que tentamos resgatar hoje em algumas festas e festivais. A cada frase que lia naquele trecho eu me arrepiava, lembrando todos os momentos parecidos que eu passei e momentos que ainda quero vivenciar.
Logo abaixo, o trecho de que falei. Espero que gostem.

Aquelas pessoas não eram habitantes de Nova York com quem eu me acostumei a lidar. Não eram materialistas nem famintas por glória e fama. Eram indefiníveis, em grande parte porque rejeitavam tudo que pudesse ser visto como um caminho à grande ilusão conhecida como sonho americano. Eram cabeludos de jeans, tinham um passo tranquilo, andavam descalços, usavam bandanas e eram livres. Muitos haviam pintado o cabelo em tons de laranja, rosa, vermelho, verde, roxo e azul. Outros usavam colares de contas, símbolos da paz e vários tipos de acessórios no cabelo, pescoço, punho e tornozelo. Alguns cultivavam barba desordenada, pouquíssimos tomavam banho com regularidade e menos gente ainda se importava com a aprovação do mundo. Parecia que todos cantavam. Todos riam.  Mas é claro que boa parte das cantorias e risadas era quimicamente induzida. Havia drogas por todos os lados – era como se maconha, THC e LSD tivessem sido legalizados de repente. As pessoas passavam baseados umas às outras abertamente, como se fosse um pacote de biscoito.”

Para quem quiser ler o livro fica aí a minha dica, eu achei um pouco massante no começo mas depois ficou bem legal.

Daianny Lima Correa, estudante do curso de Biologia, sempre gostou de música eletrônica, no ano de 2008 começou a ir em festas e se apaixonou ainda mais pela cultura trance, seus gêneros preferidos são full on morning e groove mas escuta todas as vertentes da e-music. daianny.correa@gmail.com

Men II Deep (Rica Amaral + Pragmatix).

março22

Men II Deep -- formado por Pragmatix (Ar) e Rica Amaral (Br) é o mais esperado produto da cena eletrônica dos últimos anos. Produzido pelo ícone da musica eletrônica Rica Amaral cujo o release se mistura a historia da cena Psy no Brasil e o conceituado produtor argentino Pragmatix. Conceitual e buscando as verdadeiras raízes do Trance Psicodélico, Men II Deep, é essência da boa musica. Por mais de 2 anos os artistas passaram desenvolvendo timbres e estudando as raízes da musica para produzir o live. O Festival Universo Paralello 2010 foi o palco da estréia do novo live. Comentado e aclamado logo virou referência na musica eletrônica. Grandes festivais como Spirit of London já fizeram reservas de datas. Men II Deep carrega o peso da carreira de Rica Amaral. Artista famoso pelo seu som fora da cena que ultrapassou os limites da e-music para se tornar referencia nos grandes meios de comunicação. Foi o primeiro artista a tocar em uma edição do Big Brother, sua carreira foi contada no programa jornalístico Fantástico entre outros programas de televisão. Já o segundo nome do Live ! é um dos headliners da cena na Argentina. Dj e produtor Pragmatix já lançou dezenas de tracks desde 2005. A união de dois artistas produziu Men II Deep Live Produto exclusivo Water Republic.

Para quem teve a oportunidade de ver o projeto no Universo Paralello #10, sabe que é incrível. Um som hipnotizante, gostoso de ouvir e dançar e nem um pouco enjoativo.
Fica aí o vídeo no começo do post pra quem quiser curtir o projeto, vale a pena escutar é bom demais!

http://www.myspace.com/men2deep

Daianny Lima Correa, estudante do curso de Biologia, sempre gostou de música eletrônica, no ano de 2008 começou a ir em festas e se apaixonou ainda mais pela cultura trance, seus gêneros preferidos são full on morning e groove mas escuta todas as vertentes da e-music. daianny.correa@gmail.com

Até quando seremos escravos do sistema???

março22

Sabe quando temos aquela vontade de fazer alguma coisa mas ficamos com medo das consequências? Pois é, isso só mostra que somos escravos do sistema, talvez não porque queremos isso, mas, por medo e precaução.
Infelizmente vivemos em uma sociedade preconceituosa, onde nos julgam pela aparência e não pelo nosso talento e inteligência.
Depois da cena que eu vi na Respect, quando uma menina pulou no lago sem se importar com que os outros iam pensar ou dizer, eu fiquei pensando nisso, me deu um vontade de entrar no lago também, mas aí fiquei pensando, e se os outros ficarem dando risada ou se o segurança me coloca pra fora festa e por aí vai. Depois que passou eu fiquei me questionando, porque a gente se preocupa tanto com o que os outros vão pensar né?!
As vezes acabamos deixando nossas vontades e ideais de lado para nos adequarmos ao sistema, ao que eles chamam de normal. Eu por exemplo estava com o cabelo cor de rosa, mas tive que pintar pra poder procurar um emprego, e na entrevista é sempre a mesma coisa, “ah mas você vai ter que esconder a tatuagem”, até parece que se eu esconder a tatuagem meu caráter vai mudar. E quando você comenta que gosta de raves então, o pessoal já te olha diferente, como se você fosse um louco drogado.
Infelizmente é nesse mundo que vivemos, preconceituoso e hipócrita!

Fica aí meu desabafo…. sejam livres e felizes independentemente de como você irá conseguir isso.

Daianny Lima Correa, estudante do curso de Biologia, sempre gostou de música eletrônica, no ano de 2008 começou a ir em festas e se apaixonou ainda mais pela cultura trance, seus gêneros preferidos são full on morning e groove mas escuta todas as vertentes da e-music. daianny.correa@gmail.com

Tribe sai de cena e o Playground Festival entra no lugar!

março18

Depois de muitos boatos sobre o cancelamento da Tribe e a realização de outra festa que supostamente seria chamada de Omega Festival, vem aí o Playground festival. A UP Music se juntou a It’s Magic para realizar o Playground Festival aqui no estado de São Paulo, mais precisamente na famosa Fazenda Maeda em Itu.
Abaixo um depoimento de Du Serena explicando como vai ser o festival e também todas as informações sobre o line up e ingressos.

O MAIOR PARQUE DE DIVERSÕES DE MÚSICA ELETRÔNICA ITINERANTE DO BRASIL CHEGA A SÃO PAULO
O PLAYGROUND MUSIC FESTIVAL chega a São Paulo em 22 de Maio de 2010, contando com diversas atrações que vão literalmente fazer você rir de se divertir, rir de se emocionar ou simplesmente rir.
São Paulo, 11 de Março de 2010 – O Grupo UP Music inovou o mercado de entretenimento do país por meio do PLAYGROUND, evento que engloba música, diversão, cultura e entretenimento dentro de um gigantesco e inusitado parque de diversões open air. Imagine só um parque com os melhores e mais avançados brinquedos do mercado e em meio a milhares de pessoas brincando, rindo e se divertindo ao som dos melhores DJs do Brasil e do Mundo! Isso é o PLAYGROUND e com certeza você nunca se divertiu tanto!
O PARQUE:
Em todas as edições do PLAYGROUND a produção oferece ao público os melhores e mais radicais brinquedos do mercado, tais como: Kamikase, Bungee Jump, Interprise, Space Loop, The Terminator, Roda Gigante, Surf, Sking Dance, Fliperamas, Rotor e muito mais! Em São Paulo este parque será diferente das outras edições: usualmente o festival vai pra dentro de um parque já existente, mas agora o parque será montado sob medida na Fazenda Maeda, bem no centro de uma mata virgem, ao lado de uma beleza natural singular.
A TOUR E SÃO PAULO:
A PLAYGROUND é record de público em todas as cidades que passou, sendo que mais de 50 mil pessoas já circularam pelas últimas 4 edições do evento que aconteceram em Brasília e Goiânia. Vendo a necessidade de estender fronteiras a UP Music se associou à It’s Magic, reconhecida produtora do festival TRIBE em todo o Brasil, para a realização da PLAYGROUND em São Paulo. Este evento promete ter mais de 20 mil pessoas, contando além dos diversos brinquedos que serão armados na Fazenda Maeda e das diferentes atrações como arte circense e dança, também DJs de renome nacional e internacional divididos em 3 palcos:

ROLLERCOSTER STAGE:
23:00 Vince
00:30 Trindade
02:00 Kitty
03:30 Vibe Tribe live!
04:30 Animalis live!
05:30 Pixel live!
06:30 Astrix live!
08:30 Wrecked Machines live!
09:30 Sub6 live!
10:30 Growling Machines Feat. Celdweller
12:00 Easy Riders live!
13:00 Ace Ventura DJ Set!
14:00 Weekend Heroes live!
15:00 Zombi
16:30 FIM

PLAY TECH:
23:00 Daniel Secco
00:30 Paul Manzon
02:00 Laurent F.
03:30 Propulse live
04:30 Ramon Tapia
06:30 Dahan
08:00 D-Nox
10:00 Florian Meindl
11:30 Du Serena vs Gabe
13:30 Fergie
15:00 Boris Brejcha
16:30 FIM

BACKSTAGE:
23:00 Duda
01:00 JR
02:30 Dre
04:00 Ana Paula
05:30 Christian Stilck
07:00 Andre Pulse
08:30 Bruno Barudi live!
09:30 Dr. Lektroluv
11:30 Felguk live!
12:30 Edu Imbernon
14:00 Marcello VOR
15:30 Robson Nogueira
16:30 FIM

LOTES E PREÇOS DOS INGRESSOS (Vendas a partir de: 17/março):
- 1º Lote (até 5/Maio ou enquanto durar o lote): R$ 50,00 (Pista) e R$ 90,00 (Backstage)
- 2º Lote (até 16/Maio ou enquanto durar o lote): R$ 60,00 (Pista) e R$ 100,00 (Backstage)
- 3º Lote (até 22/Maio ou enquanto durar o lote): R$ 70,00 (Pista) e R$ 110 (Backstage)
- Portaria do Evento: A Definir
- Passaporte dos Brinquedos (adicional ao ingresso Pista): R$ 15,00 (Exceto Bungee Jump)
(o ingresso Backstage já da acesso a todos os brinquedos, exceto Bungee Jump)

PONTOS DE VENDA:
- São Paulo: Chilli Beans – ABC, Chilli Beans – Shop.Anália Franco, Chilli Beans – Shop. Ibirapuera, Chilli Beans – Galeria Ouro Fino, Thelles Trance Bus – Galeria Ouro Fino, Chilli Beans – Shop.Morumbi, Chilli Beans – Paulista, Chilli Beans – Shop.Tamboré, Chilli Beans – Shop.Eldorado, Chilli Beans – Tatuapé, Chilli Beans – Higienópolis, Chilli Beans – West Plaza, Chilli Beans Vila Olimpia, Galaxia Games

- Osasco: Chilli Beans – Super Shopping
- Campinas: Chilli Beans – Shop. Galeria
- Sorocaba: Chilli Beans – Esplanada Shopping
- Itu: Chilli Beans – Shopping Itu
- Piracicaba: Chilli Beans – Shop. Piracicaba
- Santos e São Vicente: Chilli Beans – Shopping Brisa Mar
- Guarulhos: Chilli Beans – Shopp Internacional
- Indaiatuba: Academia Health Life
- São José dos Campos: Chilli Beans Shopping Center Vale
- Mogi das Cruzes: Chilli Beans Mogi Shopping
- Taubaté: Chilli Beans Shopping Taubaté
- Online: Carambola Records

LOCAL: FAZENDA MAEDA – Rodovia SP 75 Santos Dumont (antiga Rodovia do Açúcar) Km 18 Sul, em frente a balança, sentido Itu/Sorocaba.

Daianny Lima Correa, estudante do curso de Biologia, sempre gostou de música eletrônica, no ano de 2008 começou a ir em festas e se apaixonou ainda mais pela cultura trance, seus gêneros preferidos são full on morning e groove mas escuta todas as vertentes da e-music. daianny.correa@gmail.com

Review Respect Z-Day 13/03

março16

Um pouquinho atrasado mas o que vale é a intenção né!!!

Eu nem vou dividir o post em bom e ruim, porque a parte ruim não existiu nessa festa.
Nós chegamos na Respect e o som não tinha nem começado ainda, o bar estava sendo montado e o pessoal estava ajeitando os últimos detalhes. Andamos pela festa toda vazia para conhecer o local e ver a decoração, que por sinal estava perfeita, tudo feito com material reciclado e super colorido.
O som parecia um pouco baixo as vezes, mas, nada que atrapalhasse a apresentação dos dj’s.
O dark durante a noite foi muito bem vindo, e um tanto perturbador com as imagens que o Murilo Ganesh soltou no painel. Quando amanheceu Rosa Ventura fez mais uma vez seu show a parte, foi lindo ver ela tocado e o pessoal todo enrolado na teia elástica. O Edu literalmente brincou em cima do palco, foi muito bonito ver o carisma e a alegria dele.
Os preços estavam um pouquinho caros, mas, com a estrutura que a festa tinha, não tem nem como reclamar. Os banheiros estavam sempre limpos e sem filas. E durante toda a festa ocorreu vários movimentos artísticos.
Um pouco antes da festa acabar caiu um chuva muito forte, acompanhada de um vento que quase levou toda a decoração embora, mas serviu para lavar a alma. O som teve que parar por causa da chuva, e quando todos acharam que a festa tinha acabado, eles ligaram novamente e todo mundo voltou pra pista, pra dançar no meio da lama ao som de Analog Drink, foi o final de festa perfeito.
Parabéns a todos que fizeram a festa acontecer, foi simplesmente perfeito!

Daianny Lima Correa, estudante do curso de Biologia, sempre gostou de música eletrônica, no ano de 2008 começou a ir em festas e se apaixonou ainda mais pela cultura trance, seus gêneros preferidos são full on morning e groove mas escuta todas as vertentes da e-music. daianny.correa@gmail.com

Sub vertentes do dark trance

março16

Depois de muito tempo tentando escrever sobre isso(estou um pouco sem tempo), enfim consegui finalizar o texto.

Vou falar um pouco sobre as sub-vertentes do dark trance, em um post mais antigo já falei sobre o dark trance em uma visão geral, lembrando que essa é uma das vertentes mais psicodélicas e complexas de se produzir que existe.

O dark(para os mais íntimos)é subdividido em 3 ramificações:

Weird:
é a variação mais sombria, barulhenta e bizarra do dark trance. Com um pitch muitas vezes bem acelerado, chibais contínuos e samples aterrorizantes, proporciona um som massacrante para quem não aprecia o gênero.
Exemplo: Celsung, Catatonic Despair, Xikwri Neyrra, Kryptum, Abaddon Chaos Madness, Bug Funk, Dark Hallik.(Veja vídeo abaixo do Xikwri Neyrra)

Forest:
É um som mais psicodélico, com basslines gordos e sintetizadores e samples bem ‘úmidos’, que lembram barulhos de animais e fenômenos da natureza. É composto também por melodias quase que ininteligíveis. Alguns não consideram o som como ‘dark’, já que alguns projetos nem tem características sombrias. Pode ser tocado durante o dia tranquilamente.
Exemplo: Derango, Hallucinogenic Horses, Procs, Syzygy, Donkey Shot.(Veja vídeo abaixo do Derango)

Twisted
Som grooveado que apresenta efeitos rápidos e sons tecnológicos. Envolve maior uso de técnicas.
Exemplo: Kindzadza, Cosmo, Highko, Electrypnose.(Veja vídeo abaixo do Critical Selection)

Lógico que não podemos esquecer que a construção da músicas não podem seguir “paradigmas e conceitos únicos”, toda música deve ser bem elaborada e não apenas seguir padrões, isso serve apenas como base para descrever cada sub vertente do dark trance.

Eu quase havia esquecido, é estritamente contra indicado “sensualizar” ao do dark trance, há perigo de torção muscular e fadiga dos ossos, as BPMs são essesivamente  altas e frequentes, apenas aprecie.rs

Jefferson Ricardo Bernardino, formado em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente atuando na área, passa a maior parte de seu tempo ouvindo música eletrônica, gosta de todos os estilos e vertentes, mas seu coração bate mais forte quando escuta fullon ou progressive-trance. jefferson.rbr@gmail.com http://www.jeffersonbernardino.com

Pensamentos e desabafos!!!

março12

Bom pessoal esse é um post um pouco diferente dos que vocês estão acostumados a ler aqui no blog, mas, espero que vocês gostem!

Eu estava aqui escutando Pedra Branca e lembrando de uma festinha que fui a pouco tempo atrás. Me desculpem se estou sendo preconceituosa ou ignorante demais, mas, nada melhor que meu blog para expor meus sinceros sentimentos.
O Jefferson fala que a gente anda muito revoltado ultimamente, mas, e não é pra ficar. Na última festa que a gente foi parecia mais um show de horrores, dava nojo de olhar em volta e ver aquilo.
Os idiotas uniformizados de oakley, com óculos e guarda-chuva do camelô, achando que é a sensação da festa.
A turminha que quer se aparecer mais que todo mundo e por isso sobe em cima da caixa pra dançar.
As mega fritas que também adoram aparecer e sobem em cima do palco pra roubar a cena do DJ.
A coreografia do momento é o sensualiza, eu particularmente nunca vi coisa mais ridícula na minha vida, parece que a gente estava em um show de axé, onde todo mundo dança igual.
Além do público nem um pouco agradável ainda temos que nos conformar com a falta de respeito por parte dos organizadores.
Alguém aí já foi em uma festa onde você não pode comprar somente uma água? Se a gente quisesse comprar alguma coisa tinha que ser pra cima de $10,00 se não, não vendia.
E depois de tudo isso, quando eu vou conversar com um dos organizadores pela internet, ele tem a audácia de me dizer, que é melhor eu me acostumar ou ficar em casa da próxima vez.
É inacreditável o que uma pessoa faz pelo dinheiro, o pessoal não está mais nem aí com nada, só querem saber do lucro, não importa se a festa agradou ou não, o importante é o dinheiro que ele tira no final de tudo.
Já perdemos as festas grandes como Kaballah, XXX, Tribe e por aí vai, agora as festinhas da região estão ficando cada vez piores.

O que me conforta é saber que ainda temos festas e festivais como Respect, Uthopia, Chokmah, Magic Paradise e outras mais, em que a gente pode contar com um preço justo, público normal e organizadores que querem sempre o melhor para a festa e para o público.

Nos vídeos podemos ver a diferença entre as festas.
O primeiro vídeo mostra uma festinha aqui da região, o outro é da ChokMah na cascata dorigon.


Daianny Lima Correa, estudante do curso de Biologia, sempre gostou de música eletrônica, no ano de 2008 começou a ir em festas e se apaixonou ainda mais pela cultura trance, seus gêneros preferidos são full on morning e groove mas escuta todas as vertentes da e-music. daianny.correa@gmail.com
kronic