No trance nós acreditamos

Um blog sobre música eletrônica, cultura trance e o mundo das raves.

Woodstock Festival 1969 – - História e Fotos

novembro24

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Pra quem não teve a oportunidade de participar do “pai” de todos os festivais, o Woodstock Festival, segue um link com fotos sensacionais desse evento que marcou toda uma geração.

MUSIC, PEACE & LOVE!!!

O Woodstock Music & Art Fair (informalmente chamado de Woodstock ou Festival de Woodstock) foi um festival de música anunciado como “Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música”, organizado na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, no estado de Nova York, Estados Unidos. Foi realizado entre os dias 15 de agosto e 18 de agosto de 1969. Originalmente, o festival deveria ocorrer na pequena cidade de Woodstock, também estado de Nova Iorque, onde moravam músicos como Bob Dylan, mas a população não aceitou, o que levou o evento para a pequena Bethel, a uma hora e meia de distância.

O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1960 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como uma dos maiores momentos na história da música popular.

Mesmo considerado um investimento arriscado, o projeto foi montado tendo em vista retorno financeiro. Os ingressos passaram a ser vendidos em lojas de disco e na área metropolitana de Nova York, ou via correio através de uma caixa postal. Custavam 18 dólares (aproximadamente 75 dólares em valores atuais), ou 24 dólares se adquiridos no dia. Aproximadamente 186,000 ingressos foram vendidos antecipadamente, e os organizadores estimaram um público de aproximadamente 200,000 pessoas. Não foi isso que aconteceu, no entanto. Mais de 500,000 pessoas compareceram, derrubando cercas e tornando o festival um evento gratuito.

Trinta e duas apresentações foram realizadas ao longo dos quatro dias do evento:

Sexta-feira, 15 de agosto

Sábado, 16 de agosto

Domingo, 17 de agosto para Segunda, 18 de agosto

Apresentações canceladas

  • The Jeff Beck Group estava agendado para tocar no festival, mas cancelou pois a banda acabou uma semana antes.
  • A banda canadense Lighthouse estava certa de que tocaria no festival, mas, no final, acabaram decidindo por não tocar, pois temeram que aquilo fosse uma cena ruim para a banda. Mais tarde, alguns membros do grupo disseram que se arrependeram da decisão.
Jefferson Ricardo Bernardino, formado em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente atuando na área, passa a maior parte de seu tempo ouvindo música eletrônica, gosta de todos os estilos e vertentes, mas seu coração bate mais forte quando escuta fullon ou progressive-trance. Jefferson.rbr@gmail.com

O mestre da psicodelia está de volta!

novembro24

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Nesse ano de 2009, o ‘Goa Gil‘ será a última festa open air com a participação da 4iDeas. Gil não virá sozinho, sua parceira Ariane,  com quem desenvolve o projeto “The Nommos“, virá com ele para completar as mais de 24 horas de festa. Gil passará por algumas cidades no Brasil até finalizar sua turnê dia 28/11 em SÃO PAULO.

A edição de São Paulo acontecerá no mesmo local dos últimos dois anos, a Fazenda Hawaii, localizada próximo ao KM 93 da Castello Branco.

A organização sugere para que a galera leve suas próprias decos, ajudando a compor o ambiente, já que a festa será de todos e para todos. Sugestões de performances e exposições poderão ser enviadas para o e-mail goagil@4ideas.com.br.

A venda de convites será apenas através de depósitos identificados. Todos os depósitos devem ser identificados e o comprovante enviado para o email da organização da festa, para então receber o email de confirmação dos nomes e garantir o acesso a festa. Até 15/11 o valor será de $30, e $50 após esta data.

Mais informações sobre as edições no site www.goagil.art.br.

Sobre Goa Gil:

Gilbert Levey (a.k.a Goa Gil) nasceu em São Francisco, no estado da Califórnia (EUA) em 1951. Durante a adolescência, integrou o movimento hippie Haight Hashbury e aos 18 anos deixou os Estados Unidos. Partindo para uma viagem espiritual, em setembro de 1969, viajou a Índia em meio ao decaimento do movimento hippie.

Ele fez parte de um movimento que no final dos anos 60 levou milhares de pessoas aos ambientes exóticos de Goa, uma ex-colônia portuguesa na Índia. Gilbert começou a mostrar aos indianos o rock americano, até o momento em que teve um contato mais profundo com a música eletrônica. Existiam cinco bandas de rock na India naquela época e eu tocava em três delas Goa Gil.

No final dos anos 70, comecei a ouvir música eletrônica e encontrei aí a combinação perfeita entre ritmos tribais do passado e sons futuristas, sintetizados, quase alienígenas. A música tornou-se um ciclo completo, do tribalismo ao cibertribalismo o que traduz de forma perfeita os tempos atuais. Quando toco, toda a música e a comunhão que dela deriva devem elevar-se ao espírito cósmico. Isto era o que os antigos xamãs e grupos tribais de todo o mundo faziam em tempos remotos. Eu me limito a atualizá-lo. Goa Gil.

Ele, que sempre foi músico, passou a aprender yoga com gurus no himalaya. E durante estes tempos passou a unir juntar música e yoga em algo que soasse novo e marcante. Ele pretendia realizar a renovação de rituais tribais para o século 21 usando as festas como um meio de elevar sua consciência, onde os participantes sentissem a experiência de dançar em transe e entrar em sintonia consigo mesmos por alguns momentos. Nascia ali o que conhecemos hoje como Goa Trance e suas experiências mudaram para sempre o rumo de muitos jovens que sequer conhecem sua existência ainda hoje.

Precursor do Goa Trance, Goa Gil é capaz de transformar as festas onde toca em verdadeiros rituais cerimoniais, buscando sempre a conexão entre batidas eletrônicas, espiritualidade e música, sem deixar ninguém ficar parado. Apesar da idade, ele continua exibindo uma de suas principais características: a enorme resistência física no palco, podendo tocar, sem dificuldade, por horas a fio (seus sets podem chegar a 24 horas ou mais contínuas de duração).

Desde os princípio dos tempos, os homens usam a dança e a música para se ligarem a natureza e ao universo. Nós estamos usando o Trance para iniciar a reação de consciência… Durante a experiência trance (dançando e ouvindo), esperamos que algumas pessoas comecem a ficar mais sensíveis e conscientes de si próprios e das consequências do caminhar da humanidade, assim como das necessidades do planeta… E daí que vem o entendimento próprio e a compaixão. Essa é a necessidade agora, é o verdadeiro estado GOA da mente.

Jefferson Ricardo Bernardino, formado em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente atuando na área, passa a maior parte de seu tempo ouvindo música eletrônica, gosta de todos os estilos e vertentes, mas seu coração bate mais forte quando escuta fullon ou progressive-trance. Jefferson.rbr@gmail.com

Reposições Lineup UP #10

novembro23

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A organização do Universo Paralello divulgou as reposições para os cancelamentos de alguns artistas na edição de 10 anos do festival. Como é de conhecimento de grande parte das pessoas que acompanham a evolução do lineup do UP, os seguintes artistas estão cancelados para o festival deste ano:

Absolum – FR

Shift – SA

Concept – UK

Tetrameth – AUS

Sensient – AUS

O UP Crew se desdobrou para oferecer reposições de peso perante as ausências confirmadas. A organização do evento deixa claro que fez de todo o possível para manter tais apresentações, porém com problemas de logística, alto preço de passagens aéreas e opção própria destes artistas, a produção vem divulgar os nomes confirmados para substituírem os que não poderão comparecer:

Pleiadians – IT

Étnica – IT

Ovnimoon – CL

Lish – IL

Antidote – FR

É verdade que perderemos dois grandes nomes do prog dark representados pela gravadora Zenon Records, Tetrameth e Sensient, mas ao mesmo tempo ganharemos muito no goa trance, com Pleiadians e Étnica, vertente que estava de certa forma esquecida em festas e festivais pelo Brasil, resgatando a essência do psytrance. Mais uma vez o UP Crew mostra seu profissionalismo e comprometimento com seu público, evidenciando que a produção por trás deste grande evento é realmente diferenciada.

Ovnimoon vem ao Universo Paralello pela primeira vez, e promete ser um dos grandes lives nestes 7 dias de celebração, atendendo a inúmeros pedidos do público, o festival ganha mais um projeto de progressive trance de respeito, despertando fortes expectativas dos amantes do prog trance.

Jefferson Ricardo Bernardino, formado em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente atuando na área, passa a maior parte de seu tempo ouvindo música eletrônica, gosta de todos os estilos e vertentes, mas seu coração bate mais forte quando escuta fullon ou progressive-trance. Jefferson.rbr@gmail.com

[Comunicado] Ziohm Tribe Festival – Mudança de data

novembro23
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A organização vem comunicar a mudança de data do festival, que aconteceria do dia 6 ao dia 11 de janeiro de 2010, como after party do Universo Paralello, e acontecerá agora do dia 22 a 27 de julho de 2010, para a comemoração do Ano Novo Maia. Essa mudança veio para preencher um espaço deixado pelo Festival Fora do Tempo, que acontecia em Carolina, na Chapada das Mesas, Maranhão e pelo Trancendence Festival, que acontecia na Chapada dos Veadeiros, Goiás.

O festival acontecerá no mesmo local, na fazenda Santo Antonio da Cravada, Serra da Cravada, Chapada Diamantina, Bahia. Esse lugar especial recebe o encontro de 3 rios, com 3 cachoeiras, entre elas a exuberante cachoeira do mosquito. Vamos fazer uma verdadeira celebração sustentável, maior e melhor estruturada, um festival de música, arte e cultura alternativa.

Aos DJs, Vjs, artistas, palestrantes, bio-construtores, naturólogos, e todos os envolvidos com o Festival, agradeço a compreensão.

Atenciosamente,
Shunya – Ziohm Tribe Crew

Jefferson Ricardo Bernardino, formado em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente atuando na área, passa a maior parte de seu tempo ouvindo música eletrônica, gosta de todos os estilos e vertentes, mas seu coração bate mais forte quando escuta fullon ou progressive-trance. Jefferson.rbr@gmail.com

O cancelamento da tribe 9 anos e a rede RECORD.

novembro23

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É de longa data que a rede RECORD anunciou guerra as festas raves, criando uma atmosfera desnecessária de repercussão em cima das festas, onde até “adotou” o pai de um rapaz morto em uma edição da TRIBE como seu porta voz da guerrilha, é muito triste ver que uma emissora tão grande e com audiência ainda maior tenha tomado tal posição quanto a um movimento tão grande como são as festas raves.
Alem de tudo isso é difícil não associar  a atual situação da cena com a propaganda negativa que a RECORD anda fazendo em cima das raves, desde que falar mal de raves dá audiência e aumenta o ibope  eles continuam com essa propaganda negativa e sensacionalista.
O purpletrance não tem intensão nenhuma de criar um ambiente de discórdia entre a “queridissima” rede RECORD e o público que frequenta as festas, mas está ficando cada dia mais difícil a convivência entre os mesmos, depois de dedicar um dia inteiro a reportagens relacionadas a TRIBE LIGHT, onde se apontava a festa como uma mediadora do trafico de drogas apontando um grande número de pessoas presas durante a realização da festa e o consumo excessivo de drogas entre os frequentadores, com toda essa mídia negativa da emissora e o fato de ter sido o pior ano para as festas de grande porte como Kaballah, Tribe, XXXperience formando o cancelamento de edições da Kaballah SP, XXXperience Búzios, e a edição de aniversário da TRIBE 9 anos que está respondendo por inúmeros processos que também estão ligados a essa campanha negativa que a mídia esteja fazendo, por parte dos organizadores a nota é que a organização esteja pensando em uma edição bem diferente do que já se tenha visto nas festas de hoje, é muito triste ver uma das melhores festas que existe hoje no Brasil se perdendo graças a  intensa briga por audiência das emissoras de TVs brasileiras e pelo incessante sensacionalismo que as mesmas empregam a seus telespectadores formando opiniões errôneas e mostrando apenas um lado dos acontecimentos.
Como eu disse em comentários anteriores, que a pior mídia de informação é a televisão que nos impõe o que pensar e o que assistir e que a melhor forma de se informar é a internet que escolhemos o que queremos ver e ninguém nos coage a nada.
Fica aqui nosso sentimento de indignação quanto aos fatos relatados pela rede RECORD.

Veja neste link o quanto o povo é coagido pela emissora.


Jefferson Ricardo Bernardino, formado em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente atuando na área, passa a maior parte de seu tempo ouvindo música eletrônica, gosta de todos os estilos e vertentes, mas seu coração bate mais forte quando escuta fullon ou progressive-trance. Jefferson.rbr@gmail.com

Respect 19.12.2009 arte e cultura.

novembro19

No dia 19 de dezembro de 2009 acontece mais uma edição de um dos melhores e  mais conceituados festivais brasileiros, a Respect, o festival inova a cada ano tentando criar novos paradigmas para a cena brasileira, mesmo inovando a cada edição que realiza os organizadores sempre mantem a essencia da festa, mantendo todos os valores culturais que elevaram o nome da Respect como uma das festas que mais levam o espírito Trance a fundo, e como sempre este ano o festival surpreende mais uma vez divulgando flyers e cartazes do evento sem o line-up.
A organização do evento alega que ao fazer a divulgação do festival eles não inseriram o line-up  graças a demostrar ao público que a Respect tem um diferencial que muitos não conseguem notar, ela não é uma simples rave ou evento musical, na verdade a Respect agega muitas atrações além disso, tais como teatro, cinema, workshop, circo, feiras, artes plásticas, entre muitos outros.
O line-up só é divulgado pelo site, forçando assim as pessoas que quiserem saber mais a respeito a entrar no portal e conhecerem toda a história do festival, suas atrações e ver fotos de festas passadas, como o pensamento do blog é não atrapalhar a organização não vamos postar o line-up aqui, mas para maiores informações acesse www.respect.art.br, só podemos dizer que o line está recheado de atrações de peso da cena nacional e internacional além de nomes que há muito tempo estavam um esquecidos do nosso público.

Jefferson Ricardo Bernardino, formado em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente atuando na área, passa a maior parte de seu tempo ouvindo música eletrônica, gosta de todos os estilos e vertentes, mas seu coração bate mais forte quando escuta fullon ou progressive-trance. Jefferson.rbr@gmail.com

Acabar com as raves vai resolver o problema?

novembro19

Rave

Sempre vemos nos programas de TV sensacionalistas que a rave é um grande problema para o futuro dos jovens, como eles  mostram só o lado “ruim” das festas sempre ouvimos que elas são uma indústria da droga, que não existe outra coisa em rave sem ser drogas e jovens desvirtuados (acho que eu faço parte desses jovens…rsrsrs).
O que me deixa mais triste é ver que a mídia não mostra o lado positivo das raves como, a realização de novos empregos, doação de alimentos, turismo e sem falar que é um projeto cultural; Porque só o carnaval e rodeio fazem parte da nossa cultura, temos que agregar também coisas novas, como as raves.
Existe um projeto a favor da proibição das raves mas, será que proibir uma manifestação cultural irá resolver os problemas das drogas? Se fosse tão simples assim isso já estaria resolvido. O que faz uma pessoa pensar que proibindo raves vai acabar com a droga e violência, se é pra ser assim então devemos cancelar não só as raves mas, o carnaval, rodeio, festas de final do ano e até fechar as escolas.
As drogas estão em todo lugar e se cancelarem as raves legais com alvará e tudo mais, vão começar a ter as clandestinas, em galpões abandonados, no meio do nada e que aí sim pode causar problemas.
As pessoas que são contra as raves, são aquelas que não conhecem o evento, sua magia e seu encanto. Essas pessoas precisam conhecer pessoas como nós, que somos apaixonados por esse mundo, só assim elas entenderam o porquê da nossa defesa a favor das raves.
Nós aqui  fazemos nossa parte, faça você a sua…não vamos deixar nosso mundo paralelo acabar!!!

Daianny Lima Correa, estudante do curso de Biologia, sempre gostou de música eletrônica, no ano de 2008 começou a ir em festas e se apaixonou ainda mais pela cultura trance, seus gêneros preferidos são full on morning e eletro mas escuta todas as vertentes da e-music. daianny.correa@gmail.com
DJ Glen