No Trance Nós Acreditamos

Um blog sobre música eletrônica, cultura trance e o mundo das raves.

Green nuns of the revolution, e ainda me falam que o GOA morreu…

setembro1

Certo dia ouvi da boa de uma pessoa “altamente” entendida em música que a vertente do goa trance estava praticamente em extinção graças ao seu alto nível de complexidade na produção e por assim ser, quando um produtor não conseguia criar uma certa atmosfera e timbres diferentes a música se tornaria repetitiva e massante, criando assim uma ideia de música “chata” e “pegajosa”.

Há um tempo atrás foi apresentado aqui no nosso querido blog o produtor sueco Jannis Tzikas(Filteria) com sua linha de new goa, a uns dias atras pude assistir a um vídeo do projeto Green nuns of the revolution formado por Dick Trevor(Dickster), Matt Coldrick e Neil Cowley , admito que nunca ouvi falar nos caras, mas vendo esse vídeo e ouvindo as músicas do trio tive a certeza que a vertente do Goa trance realmente não será extinta tão cedo, esse Dickster só me surpreende, mesmo sendo com seus DJs sets, lives, Circuit Breakers(com burn in noise) e agora com esse projeto de Goa.
Só mais uma coisa, o projeto já se apresentou na 9° edição do Universo Paralello.

Para conferir mais do trabalho do trio ai vão os links:
myspace
wikipedia
youtube

Jefferson Ricardo Bernardino, formado em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente atuando na área, passa a maior parte de seu tempo ouvindo música eletrônica, gosta de todos os estilos e vertentes, mas seu coração bate mais forte quando escuta fullon ou progressive-trance. jefferson.rbr@gmail.com http://www.jeffersonbernardino.com

Festival Águas Claras, o woodstock brasileiro.

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agosto31

O Festival de Águas Claras foi um evento musical que que contou com importantes músicos brasileiros e teve quatro edições, em 1975, 1981, 1983 e 1984. O festival foi feito na Fazenda Santa Virgínia, na cidade de Iacanga, interior de São Paulo.

Os organizadores chamaram o evento de “uma grande quermesse brasileira”, comentário absolutamente válido contando que participaram músicos de rock ‘n’ roll como Raul Seixas e Apokalypsis e MPB, como João Gilberto, Egberto Gismonti, entre muitos outros. O Festival de Águas Claras é o grande sinalizador do fim da época do movimento hippie, a era Flower Power. Uma grande reunião de pessoas celebrando a Paz e o Amor, clamando por um mundo justo e pacífico.

Para ver mais detalhes e fotos do festival acesse este  link.

Fonte: wikipedia.

Jefferson Ricardo Bernardino, formado em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente atuando na área, passa a maior parte de seu tempo ouvindo música eletrônica, gosta de todos os estilos e vertentes, mas seu coração bate mais forte quando escuta fullon ou progressive-trance. jefferson.rbr@gmail.com http://www.jeffersonbernardino.com

LSD com anfetamina, verdade ou mentira?

agosto30

Essa postagem é uma dica de nossa amiga Dani, visa esclarecer algumas duvidas sobre fatos que as vezes ouvimos falar por ai, tentei resumir bastante porém é uma matéria bem longa, mas vale a pena conferir.

Como muitos já ouviram, corre o boato de que os “blotters” (papel absorvente) de LSD-25 (dietilamida do ácido lisérgico), o popular “doce”, vendidos nas ruas contém anfetaminas (ou fenilisopropilaminas). Isso porque, diversas vezes, quando tomam a substância, alguns usuários relatam um gosto amargo (LSD-25 não tem gosto) e sentem o efeito “speed” semelhante ao provocado pela ingestão de anfetaminas.  Assim, de cara, a maioria compra a ideia e sai replicando tal informação. Dessa maneira nascem os mitos, e aos mais inquietos resta à investigação. Com isso, este post objetiva desconstruir e enterrar de uma vez por todas a “lenda do “blotter” de LSD com anfetamina”, contribuindo para o desentorpecimento da razão.

Para começar, vale apresentar a substância em questão. LSD-25, prazer! Sintetizado a partir do ácido lisérgico, que, por sua vez, é fruto do “ergot” (fungo do centeio), pela primeira vez, em 1938, pelo químico Albert Hoffman, acabou proibido vinte e dois anos depois – também pode ser sintetizado a partir da “morning glory”. Trata-se de um psicoativo poderoso, que de acordo com o historiador Henrique Carneiro, em sua “Pequena Enciclopédia da história das drogas e bebidas”, pg 169: “foi objeto de pesquisa secretas da CIA e o dos exércitos do mundo, que se impressionaram com a capacidade de se produzir efeitos mentais tão avassaladores com quantidades tão ínfimas, pois com 100 gramas pode-se obter mais de 1 milhão de doses.” Assim, a dose do LSD é medida em microgramas e, para termos ideia, as doses de anfetamina são medidas em uma escala mil vezes maior, os miligramas.

Desconstrução do mito

Pois bem, vamos às evidências que apontam para a quebra do mito. Segundo Rafael Guimarães dos Santos, doutorando em Farmacologia pela Universidade Autonoma de Barcelona: ”doses de anfetaminas são em miligramas, a superfície do blotter seria muito pequena para doses efetivas de anfetaminas, ainda mais por via oral”. Então, não tem porque não cabe? A resposta poderia ser fácil assim, mas não é. Rafael completa: “…embora o “blotter” seja uma superfície pequena, poderia ser o veículo de doses muito pequenas de anfetaminas”. Segundo estudo publicado no site da revista Nature , uma dose baixa de anfetamina para o homem seria de 0.25 MG/KG, ou 17.5 mg para alguém pesando 70kg – muito além da capacidade de um ‘blotter” que vemos por aí e cem vezes maior do que uma dose regular de LSD, contendo 170 mcgs. Sendo assim, é possível carregar anfetaminas em um “papelzinho”, mas a dose seria tão pequena que não causaria qualquer reação no usuário, não seria uma “dose efetiva”. Mas e o efeito “speed”, o que o provocaria? “Como a maioria dos alucinógenos, o LSD pode produzir ansiedade e estimulação, assim como as anfetaminas. Claro que estas substâncias (os alucinógenos) possuem outras características que as diferenciam das anfetaminas…” , afirma o farmacologista.  O site www.erowid.org, um dos maiores e mais respeitados acervos virtuais sobre psicoativos, lista os seguintes efeitos negativos do LSD, que podem ser confundidos com efeitos causados por anfetaminas:

- ansiedade

- tensão muscular e nas mandíbulas

- aumento na transpiração

- dificuldade em regular a temperatura do corpo

- insônia

- tontura, confusão

- megalomania

- paranóia, medo e pânico

(retirado de: http://www.erowid.org/chemicals/lsd/lsd_effects.shtml)

Então, frente ao quadro, o “blotter” de LSD encontrado nas ruas muito provavelmente não apresenta anfetaminas. Afinal, não faria o mínimo sentido um traficante colocar micro-doses do psicoativo em seu “doce”, já que não causaria efeito algum e ainda encareceria o custo da produção.

Mas e o gosto amargo, de onde vem? Uma das explicações mais aceitas, também dando conta do efeito “speed”, aponta para certas impurezas que podem “infectar” o processo de fabricação do LSD, que é muito trabalhoso. Durante seu período na legalidade, grandes laboratórios como o Sandoz (www.sandoz.com) desenvolviam a substância, que precisa de cuidados especiais para ser sintetizada. O próprio Hoffman, em seu livro “LSD, minha criança problema”, (download aqui) pg 35, relata:

“O LSD é muito sensível ao ar e à luz. É oxidativamente destruído no ar pelo oxigênio e é transformado em uma substância inativa sob a influência da luz. Isto deve ser levado em conta durante a síntese e especialmente durante a produção de uma forma estável e estocável de LSD.  Informações de que o LSD pode ser facilmente preparado, ou que todo estudante de química em um laboratório meio-decente é capaz de produzir isto, não é confiável. Procedimentos para a síntese do LSD foram realmente publicados e ficaram acessíveis a todo mundo. Com estes procedimentos detalhados na mão, químicos poderiam executar a síntese contanto tivessem ácido lisérgico puro à sua disposição; hoje, porém, sua posse está sujeita aos mesmos regulamentos rígidos como o LSD. Para isolar o LSD na forma cristalina pura a partir da solução de reação de maneira a produzir preparações estáveis requer, todavia, equipamentos especiais e uma grande experiência específica adquirida que não é facilmente obtida, e isto se deve (como declarado anteriormente) pela grande instabilidade desta substância”.

Ou seja, quando caiu na ilegalidade, em 1966, o LSD-25 despencou em qualidade – talvez até tenha se perdido. Na tentativa de sintetizar tal substância, muitas vezes um químico pode chegar a outros derivados do “ergot”. Hoffman e outros, em suas experiências, descobriram “primos” do LSD. Vale lembrar que o LSD-25 é uma molécula única e qualquer mudança no processo pode resultar em outras substâncias como o ALD-52, MLD-41, iso-LSD e etc. Elas seriam parentes “mais fracas” da “criança problema” de Albert Hoffman. Além disso, mesmo com sucesso na fabricação, o armazenamento do LSD teria que ser muito cuidadoso. Visto que se trata de uma molécula instável, os laboratórios que o fabricavam armazenavam suas amostras em frascos fechados a vácuo, em gás nitrogênio.  É difícil imaginar que tais cuidados seriam tomados nas famosas biqueiras que hoje comercializam o que chamam de “doce”.

Realidade perturbadora

Além da muito aceita explicação das impurezas para o gosto amargo, existe outra teoria, popular em fóruns virtuais mundo afora, que também faz sentido e, ao mesmo tempo, assusta qualquer usuário. Ela diz que os “blotters” de LSD-25 vendidos no mercado negro, na verdade, não se tratam de LSD, mas de outras substâncias que nem são originárias do “ergot, como a DOB (2,5-dimethoxi-4-bromoanfetamina) e a DOI(2,5-dimethoxi-4-iodoanfetamina). Elas são conhecidas como “cápsula do vento” (quando em cápsulas) e pertencem a “família” da MDA, cujo filho mais conhecido é o “ecstasy” (MDMA). Ambas também são vendidas no formato de “blotters”, apresentando baixa dosagem efetiva (maior que o LSD-25 e menor que a anfetamina, ver quadro após o texto), possuem gosto amargo e trazem efeitos alucinógenos semelhantes aos do LSD. O grupo a qual pertencem é chamado de “anfetaminas psicodélicas”- não confundir com anfetamina, pois a dose efetiva desses psicoativos é extremamente menor. São da mesma “família”, mas dizer que são equivalentes seria como, em comparação grosseira, igualar o crack a cocaína pelo simples fato de se originarem da mesma matéria prima. Vale ficar atento, pois DOB e DOI são substâncias similares entre si e com elevado grau de toxicidade, ao contrário do LSD-25, que é praticamente inofensivo ao organismo.

Dada a dificuldade em fabricar LSD-25, o mercado negro pode se aproveitar da obscuridade gerada pelo proibicionismo e vender outras drogas, de manuseio mais fácil, como se fossem LSD. O usuário, sem saber, pode ingerir uma substância letal, quando usada em grandes quantidades. O principal dano de alteradores de consciência, como nas anfetaminas, é causado no sistema vascular, ou seja, se tomar um “doce”, sentir um gosto amargo e dormência nas extremidades ou até mesmo dor nas articulações, procure um médico e apresente overdose de DOB e DOI como uma das possibilidades da causa de seus sintomas. Além disso, se sentir desconforto nos olhos e/ou no corpo todo, espasmos e dor nas costas (umas puxadas), é quase certo que ingeriu DOB ou DOI. Fique atento!

Conclusão

Anfetamina no “doce”? Nem pensar! Tudo indica que esse é mais um “narco-mito” que ecoa e ganha vida devido à falta de informações e pesquisas sobre psicoativos. Mas calma lá. Não vá sair falando que é impossível colocar anfetaminas em um “blotter”, é possível, mas a quantidade não causaria qualquer efeito no usuário. Dificilmente um traficante comercializaria a mistura, pois ela só encareceria o processo de fabricação e não traria nenhum benefício. Para os mais chatos, sim, se alguém fizer um “blotter” bem maior do que o usual – cerca de 15 vezes maior – ele poderá carregar doses efetivas de anfetamina. Ou seja, analisando o quadro, se sentir um gosto amargo e o “papelzinho” estiver mais para “papelzão”, desconfie, pois, como sabemos, o verdadeiro e único LSD-25 é inodoro, incolor, sem sabor e não pede plataformas grandes, já que suas doses são microscópicas, pesando praticamente o mesmo que um grão de areia. Para ele, tamanho definitivamente não é documento.

Infelizmente, ao que tudo indica, os usuários, atualmente, ou ingerem “LSD impuro” ou levam outra droga no lugar do filho de Hoffman. O verdadeiro LSD-25 morreu com a sua proibição. Um químico, na clandestinidade, por mais que quisesse fabricar o verdadeiro “ácido”, precisaria de equipamentos caros para produzir, estocar e veicular a substância no mercado. Se alguém tiver acesso a algum “doce” em embalagem farmacêutica fechada a vácuo ou revestido por alguma camada protetora antioxidante, aí sim, grandes chances de ser o puro LSD. Porém, está para circular algo semelhante nas ruas. Aos entusiastas da droga, vai um aviso: talvez você nunca tenha tomado o verdadeiro LSD-25. Com tudo isso, quem perde é a neurociência, a psicanálise e o conhecimento humano de um modo geral.

Para ver a matéria completa acesse este link.

Jefferson Ricardo Bernardino, formado em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente atuando na área, passa a maior parte de seu tempo ouvindo música eletrônica, gosta de todos os estilos e vertentes, mas seu coração bate mais forte quando escuta fullon ou progressive-trance. jefferson.rbr@gmail.com http://www.jeffersonbernardino.com

Mystic tribe 18 de setembro de 2010.

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agosto27

Não é de hoje que sabemos que há núcleos de festas sérios e núcleos “caça niqueis” em todo lugar, acho que a situação aqui no estado de são paulo é pior ainda.

Hoje temos um déficit muito grande de festas que levam a cultura psicodélica a fundo, porém ainda resta esperança, festas como Respect, Magic Paradise, Mystic Tribe entre outras nos fazem sentir que ainda vale a pena lutar por nossos ideais.

Para os dinossauros e amantes da cultura trance de plantão ai vai uma festa que realmente vale a pena, Mystic Tribe 18/09/2010.

Depois de um dos momentos mais bonitos e marcantes da cena brasileira que foi o cancelamento da última edição da festa no mês de abril(pena que não pude ir) e mesmo assim todo o público apoiando os organizadores ao invés de ficar xingando e cobrando explicações, o núcleo Mystic Tribe se reúne novamente para celebrar as raízes do trance.

A edição de setembro contará com line-up recheado de psicodelia, contando com apresentações de artistas gringos como Kindzadza (Osom Music RUS), Atmos (Digital Structures SW), Will o wisp (Dark Prisma  ARG)(nosso hermano) e brasileiros como Made on Earth (Nano SA qBR), 2012 (Respect), Labirinto (Vagalume) Swarup´s brain (Vagalume) e muito mais.

Para maiores informações entrar em contato com a promotora oficial  Daniele Putnoki.
Telefone (19) 8142 -7082 ou então pelo perfil no orkut no seguinte link http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=3128224918672050387

Mainfloor

18:30 – Danilo (Xyryry)
20:00 – Sychotria (Bootheswara)
21:00 – Sutemi (Temple Twisters)
22:30 – Janczur & Paula (Antimateria / Noise Poison)
00:00 – Kindzadza (Osom Music RUS)
02:00 – Boteon (Antimateria)
03:30 – Will o wisp (Dark Prisma  ARG)
04:30 – Demonizz (4AM)
05:30 – Magma Ohm (Antimateria)
06:30 – Stereographic (Mind Funk Music)
07:30 – Made on Earth (Nano SA qBR)
08:30 – 2012 (Respect)
09:30 – Ekanta (Vagalume)
11:00 – Pedrao (Vagalume)
12:30 – Labirinto (Vagalume)
13:30 – Atmos (Digital Structures SW)
15:00 – Swarup´s brain (Vagalume)

16:00 – Marcelo Dih vs Deutsch (Moonshine / Undergroove)
17:30 – Diza vs Errado (Uroboros)
19:00 – Biel (Mystic Tribe)
20:30 – FIM

Chill Out

BANDAS/LIVES
Araruna Nujazz
Baque in Beat
Familia Gangsters
Jonas Cout
Monkey Heads
Salvinorin
WUM
Tom Chico, Zé Buarque e os Prediletos

DJS
Brau
Bang Da Funk
Charroni
Deutsch
Eder FM
Guilhermo
Gurudas
Lotus
Nathy
Pedro Gouveia
Thiago Duar
Tonny Chang
Zaghini

Jefferson Ricardo Bernardino, formado em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente atuando na área, passa a maior parte de seu tempo ouvindo música eletrônica, gosta de todos os estilos e vertentes, mas seu coração bate mais forte quando escuta fullon ou progressive-trance. jefferson.rbr@gmail.com http://www.jeffersonbernardino.com

Vovô Hoffman certamente está dando “altas risadas” essas horas.

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agosto26

Pessoal deem uma olhada nesse vídeo, vagando pelos vídeos do youtube encontrei essa pérola, creio que ultimamente  estamos postando muitos vídeos e sei também que em alguns lugares como empresas ou celulares não é possível assistir esses vídeos, porém vejo muito conteúdo que condiz com a ideia de nosso querido blog.

Essa é uma animação que se diz respeito ao “descobrimento” acidental da substancia Dietilamida do ácido lisérgico(LSD) pelo químico suíço Albert Hoffman, vale muito a pena ver o vídeo até o final.

obs. aquela primeira animação das alucinações onde ele vê uma mulher de vermelho……rs
conheço muito bem.

Jefferson Ricardo Bernardino, formado em análise e desenvolvimento de sistemas, atualmente atuando na área, passa a maior parte de seu tempo ouvindo música eletrônica, gosta de todos os estilos e vertentes, mas seu coração bate mais forte quando escuta fullon ou progressive-trance. jefferson.rbr@gmail.com http://www.jeffersonbernardino.com

Só pra Para descontrair!

agosto26

Muitos de vocês já devem ter visto algum vídeo de Felipe Neto, o cara que virou a sensação do humor no youtube. Neste vídeo ele aparece falando sobre a nova moda do momento “Os Coloridos”.

Se você quiser dar um pouco de risada, vale a pena conferir!!!
Assistam também:
http://www.youtube.com/watch?v=ytBmDVjFSZg&feature=related

Daianny Lima Correa, estudante do curso de Biologia, sempre gostou de música eletrônica, no ano de 2008 começou a ir em festas e se apaixonou ainda mais pela cultura trance, seus gêneros preferidos são full on morning e groove mas escuta todas as vertentes da e-music. daianny.correa@gmail.com

Psicodelia dos anos 60!

agosto24

A última edição da revista Época que chegou nas bancas no fim de semana passado, trouxe uma reportagem sobre a psicodelia dos nos 60.
O texto traz curiosidades muito interessantes, coisas que eu nunca imaginei ter alguma ligação com a psicodelia, como por exemplo, o músico Ronnie Von, que dizem ter sido um pioneiro na cena psicodelica brasileira dos anos 60.
Vou colocar abaixo alguns trexos da reportagem!

“Letra, arranjos, efeitos, atitude: tudo lembra as experimentações musicais dos anos 60. O resultado, no entanto, não tem nada de retrô.
Os grupos MGMT, Yeasayer e Animal Collective são grupos que se aproximam da psicodelia para fazer música conteporânea . Eles são discípulos de uma produção específica de bandas como Jefferson Airplane, Pink Floyd, Beatles. Com estilos diversos,o que unia esses grupos era a tentativa de imprimir em seus discos o impacto das experiências vividas sob o efeito de substâncias alucinógenas como o LSD.
Não que as drogas fossem um ingrediente essencial. A boa música psicodélica dos anos 60 nunca dependeu, em seu momento de criação, da euforia artificial da drogas.
Agora, passadas mais de três décadas, as drogas também não tem influência decisiva para os novos psicodélicos. O que restou pra eles foi a essência desse modo libertário de pensar o mundo.
Isso significa principalmente o uso da música eletrônica nas composições. A banda de maior destaque dessa nova safra, a americana MGMT, marcou seu território na música pop com melodias eletrônicas celestiais e dançantes.”

Para que quem quiser conferir a reportagem inteira acesse o site: epoca.com.br

Daianny Lima Correa, estudante do curso de Biologia, sempre gostou de música eletrônica, no ano de 2008 começou a ir em festas e se apaixonou ainda mais pela cultura trance, seus gêneros preferidos são full on morning e groove mas escuta todas as vertentes da e-music. daianny.correa@gmail.com
kronic